HOSPITAL DE CASCAIS – Perguntas do BE no Parlamento

Leia as perguntas que os Deputados do Bloco de Esquerda dirigiram hoje na Assembleia da República ao Ministério da Saúde (para abrir clicar sobre os nomes dos ficheiros)

HPP – Cascais_incidente na sala de espera das consultas_pergunta

HPP – Cascais_situacao de tecnicos e medicas_pergunta

Petição pelo alargamento do acesso ao subsídio de desemprego

Petição pelo alargamento do acesso ao subsídio de desemprego


Aceda e assine a petição em www.esquerda.net/desemprego

No Hospital de Cascais HPP (gestão privada) os funcionários aguardam há vários meses pelas comparticipações que lhes são devidas pela ADSE

O deputado do BE João Semedo apresentou, em 4 de Dezembro, na Assembleia da República, um conjunto de perguntas ao Ministério das Finanças e da Administração Pública:

  1. Como justifica o Ministério o atraso verificado no pagamento das comparticipações devidas aos funcionários do Hospital HPP Cascais?
  2. Pode o Governo garantir que a gestão privada do Hospital de Cascais não está a reter indevidamente aquelas comparticipações?
  3. Quando poderá o Ministério garantir esse mesmo pagamento?

Pode ler todo o requerimento aqui.

Comparticipações ADSE em falta aos trabalhadores do Hospital Cascais

hospital

BE CASCAIS SOLIDARIZA-SE COM OS TRABALHADORES DA SCOTTURB

acção scotturb Nov.2009 009

O Bloco de Esquerda de Cascais, tendo conhecimento da injustiça que está a ser feita aos motoristas da Scotturb, que foram agredidos e assaltados em serviço, e a empresa em vez de apoia-los está a castiga-los, querendo que sejam esses mesmos trabalhadores a pagar os valores roubados e quem legitimamente se recusa a pagar algo pelo qual não é culpado, decidiu repudiar a atitude da empresa e solidarizar-se com os trabalhadores.

acção scotturb Nov.2009 011

Assim sendo, o Bloco de Esquerda esteve presente na concentração de solidariedade convocada pelos Sindicatos no dia 12 de Novembro, estando do lado dos trabalhadores e apoiando as suas revindicações em que os trabalhadores exigem que se criem melhores condições de trabalho, para que possam desempenhar a sua actividade profissional com melhor qualidade e em segurança.



E será SUSTENTÁVEL o desvio dos dinheiros públicos???

Aumento salarial de 1,5% pode “não ser sustentável”, diz Vieira da Silva, que transitou do Ministério do Trabalho para a Economia…

Vieira da Silva transitou do Ministério do Trabalho para a Economia.

O ministro da Economia defendeu hoje que devem ser seguidas políticas ajustadas ao ciclo económico, pelo que uma actualização de 1,5% dos salários em 2010 pode “não ser sustentável”.

“Não será sustentável seguirmos políticas de rendimentos e políticas salariais desajustadas do ciclo económico em que vivemos, pois não vejo como é possível que a riqueza seja distribuída se não for criada consistentemente”, declarou Vieira da Silva à saída de um encontro para assinalar o Dia da Competitividade.

O Governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, também já tinha sinalizado que 1,5% é o limite razoável para o crescimento dos salários, valor que as centrais sindicais rejeitaram por unanimidade.

in economico.sapo.pt, Económico com Lusa 11/11/09 12:15

E nós dizemos: O que NÃO É SUSTENTÁVEL é o desvio dos dinheiros públicos para a mão de privados em grandes negociatas, corrupção e afins!

ACTUALIDADE do CONCELHO de CASCAIS

Condições laborais no novo hiper em S. Domingos de Rana

No mês passado abriu um novo hipermercado em S. Domingos de Rana. Pertence à distribuidora de produtos alimentares E.LECLERC que detém uma das maiores cadeias de hipermercados e que rege a sua acção e política no mercado com base no lema “Comprar o mais barato possível para vender o mais barato possível”, máxima que parece aplicar também aos trabalhadores que se deparam com emprego precário, salários baixos, sem direito de associação, reunião e exercício sindical, cargas horárias de trabalho pesadíssimas. Com o receio, sempre a bater à porta, da ameaça de desemprego, tornam-se alvos de intimidação para garantir que tudo continue na mesma. O trabalhador do E. Leclerc paga a concretização da máxima deste grupo com os seus direitos e salário.

Não podemos deixar que assim seja e que aquela máxima esteja à frente dos direitos laborais. Temos que dar voz à máxima dos trabalhadores da E. Leclerc.

Esta situação laboral não é única. Também os trabalhadores dos hipermercados Modelo se debatem com questões semelhantes, situação que Mariana Aiveca apresentou há pouco tempo ao governo.

 

Mariana Aiveca quer intervenção do governo sobre intimidação em Modelo e E.Leclerc