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	<title>Bloco de Esquerda - Cascais &#187; Condições trabalho</title>
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	<description>Portal do Bloco de Esquerda Cascais</description>
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		<title>Resposta do Governo a pergunta do BE sobre condições de trabalho na Scotturb</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Feb 2011 15:30:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade Concelho Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco]]></category>
		<category><![CDATA[Condições trabalho]]></category>
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		<description><![CDATA[Como se recordam, na sequência dum debate que o Bloco de Esquerda de Cascais promoveu sobre as condições de trabalho na Scotturb, em Dezembro passado, o deputado Heitor de Sousa, que esteve como orador nesse mesmo debate, dirigiu uma pergunta ao Ministério do Trabalho e da Segurança Social (MTSS), no sentido de perceber qual o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2011/02/Scotturb1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2602" title="Scotturb" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2011/02/Scotturb1.jpg" alt="" width="160" height="120" /></a></p>
<p>Como se recordam, na sequência dum debate que o Bloco de Esquerda de Cascais promoveu sobre as condições de trabalho na Scotturb, em Dezembro passado, o deputado Heitor de Sousa, que esteve como orador nesse mesmo debate, dirigiu uma pergunta ao Ministério do Trabalho e da Segurança Social (MTSS), no sentido de perceber qual o posicionamento deste relativamente ao elenco de reivindicações que já desde Dezembro de 2009 o sindicato fez chegar ao MTSS.  Poderão aceder ao comunicado de imprensa que na altura publicámos sobre o assunto <a href="http://blococascais.com/be-preocupado-com-as-condicoes-de-trabalho-da-scotturb"><strong>AQUI</strong></a>.</p>
<p>O Ministério respondeu ao grupo parlamentar do Bloco de Esquerda. Pela  resposta, à qual podem aceder <strong><a href="http://app.parlamento.pt/webutils/docs/doc.pdf?path=6148523063446f764c3246795a5868774d546f334e7a67774c325276593342734c584a6c635639775a584a5953533977636a45304f54497465476b744d6931684c6e426b5a673d3d&amp;fich=pr1492-xi-2-a.pdf&amp;Inline=true">AQUI</a></strong>, a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) terá  feito uma inspecção na sequência da nossa pergunta, no entanto, conclui que está tudo bem e que a empresa cumpre com tudo o que lhe é devido, pese embora os comunicados do sindicato não coincidirem com esta posição.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>BE preocupado com as condições de trabalho da SCOTTURB</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 12:21:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade Concelho Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Condições trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Laborais]]></category>

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		<description><![CDATA[COMUNICADO DE IMPRENSA Condições de trabalho e de prestação de serviço público de transportes na SCOTTURB, Transportes Urbanos, Lda O deputado Heitor de Sousa, do grupo parlamentar do Bloco de Esquerda, dirigiu uma PERGUNTA esta semana ao Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, sobre as condições de trabalho dos trabalhadores da SCOTTURB. O fundamento da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/12/images1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2553" title="images" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/12/images1.jpg" alt="" width="160" height="120" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>COMUNICADO DE IMPRENSA</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Condições de trabalho e de prestação de serviço público de transportes na SCOTTURB, Transportes Urbanos, Lda</strong></p>
<p>O deputado Heitor de Sousa, do grupo parlamentar do Bloco de Esquerda, dirigiu uma <a href="http://www.beparlamento.net/condi%C3%A7%C3%B5es-de-trabalho-e-de-presta%C3%A7%C3%A3o-de-servi%C3%A7o-p%C3%BAblico-de-transportes-na-scotturb-transportes-urban" target="_blank"><strong>PERGUNTA </strong></a>esta semana ao Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, sobre as condições de trabalho dos trabalhadores da SCOTTURB.</p>
<p>O fundamento da pergunta do Bloco de Esquerda prende-se com duas resoluções dos trabalhadores da empresa, a primeira de Novembro de 2009 e a segunda de Novembro deste ano. Ambas as resoluções apontam para duas questões fundamentais: por um lado, a falta de condições de higiene e segurança no trabalho, e neste âmbito inclui-se os assaltos de que são alvo estes trabalhadores ou a falta de instalações sanitárias; por outro lado, estes trabalhadores contestam o castigo aplicado ao delegado sindical da empresa, que dura há pelo menos um ano, e que o impede de desenvolver a sua actividade profissional de forma regular.</p>
<p>As questões que o Bloco de Esquerda dirigiu foram no sentido de perceber que medidas a Tutela já teria tomada no entretanto, e também obrigar a que os responsáveis do Governo se comprometam com a melhoria das condições de trabalho, de segurança e de higiene destes trabalhadores.</p>
<p>A SCOTTURB opera no concelho de Cascais, e também nos concelhos de Sintra e Oeiras. Sobre estas mesmas questões, o Bloco de Esquerda de Cascais organizou em Maio deste ano uma sessão pública, que contou com a presença do deputado Heitor de Sousa e do delegado sindical do STRUP. </p>
<p>A Coordenadora do Bloco de Esquerda de Cascais</p>
]]></content:encoded>
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		<title>BE contra alargamento dos horários aos Domingos e feriados</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 11:02:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade Concelho Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco]]></category>
		<category><![CDATA[Condições trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Laborais]]></category>

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		<description><![CDATA[O Bloco de Esquerda de Cascais defende a limitação dos horários de abertura dos hipermercados e das grandes superfície aos Domingos e feriados. No dia 24 de Outubro entrou em vigor uma decisão do Governo que permite a abertura das grandes superfícies aos Domingos e Feriados até às 24h, quando o limite anterior eram as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>O Bloco de Esquerda de Cascais defende a limitação dos horários de abertura dos hipermercados e das grandes superfície aos Domingos e feriados.</em></strong></p>
<p><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/11/hipermercardos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2511" title="hipermercardos" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/11/hipermercardos.jpg" alt="" width="320" height="240" /></a><br />
No dia 24 de Outubro entrou em vigor uma decisão do Governo que permite a abertura das grandes superfícies aos Domingos e Feriados até às 24h, quando o limite anterior eram as 13 horas.</p>
<div>A Câmara Municipal de Cascais, tal como todas as outras autarquias, tem o poder de impedir esta medida, no entanto, até agora, preferiu manter um silêncio conivente com o interesse das grandes empresas que controlam os hipermercados. A escolha é a defesa dos postos de trabalho de milhares de pequenos comerciantes ligados não só ao sector da distribuição, mas também da produção. No entanto, desde que o diploma foi aprovado até ao momento, o Executivo liderado por António Capucho não tomou qualquer posição sobre o assunto.</div>
<div> </div>
<div>Esta situação revela particular gravidade se atendermos ao facto de, por exemplo, no sector retalhista, onde os salários são já muito baixos, o concelho de Cascais ter sido, juntamente com o concelho de Lisboa os únicos onde não houve actualização dos salários contratuais nos anos de 2009 e 2010, sendo o único contrato colectivo de trabalho do comércio retalhista do país que não teve qualquer aumento em 2009.</div>
<div>Tal como o presidente da Confederação de Comércio e Serviços de Portugal defendeu, as grandes superfícies em Portugal têm das maiores janelas horárias da Europa. Por outro lado, de acordo com um estudo da Confederação que João Vieira Lopes dirige, é falso que os hipermercados criem empregos: em 2000 o comércio empregava 750 mil pessoas e no final de 2009, com a abertura de milhões de metros quadrados de novos centros comerciais, o número manteve-se estável.</div>
<div>Antes de criarem emprego, as grandes superfícies já destruíram muitos!</div>
<div>É do conhecimento geral, e de fácil averiguação, que as grandes superfícies comerciais são especialistas em empregos precários e mal pagos, onde imperam os contratos a termo (incluindo contratos de um mês) e o desrespeito máximo pelos trabalhadores, muitos dos quais nunca têm acesso a um horário a tempo inteiro.</div>
<div>O Bloco de Esquerda de Cascais está solidário com a luta dos pequenos comerciantes e com o combate dos trabalhadores explorados do sector da distribuição.</div>
<div>Ao ser conivente com o diploma que liberaliza os horários das grandes superfícies comerciais, a CMC cede mais uma vez às chantagens do grande capital, com consequências nefastas para a vida dos trabalhadores/as, que mais uma vez são atacadas num direito com mais de 110 anos, que é a jornada diária de 8 horas.</div>
<div>Criticamos veementemente a passividade da autarquia, considerando que irá criar mais desemprego e falências no pequeno comércio, agudizando a crise já existente.<br />
Este ataque ao pequeno comércio, com os consequentes encerramentos, resultará numa desertificação mais acelerada dos centros das cidades, com os decorrentes problemas sociais.</div>
<div style="text-align: center;"><strong>Desafiamos, por isso, a autarquia a tomar uma posição sobre o assunto e a assumir as responsabilidades políticas da sua decisão</strong>.</div>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Porquê o protesto</title>
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		<pubDate>Sat, 29 May 2010 12:08:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Condições trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Laborais]]></category>
		<category><![CDATA[Interesse Público]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[despedimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Manifestação]]></category>
		<category><![CDATA[PEC]]></category>

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		<description><![CDATA[O que leva largos milhares de pessoas de todas as idades a gastar uma tarde de sábado a desfilar em protesto na Avenida da Liberdade, em Lisboa? Uma vez mais, será o sentimento de indignação contra a injustiça a guiar os passos destes portugueses. Mais do que qualquer outra injustiça, será de referir essa gritante falta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que leva largos milhares de pessoas de todas as idades a gastar uma tarde de sábado a desfilar em protesto na Avenida da Liberdade, em Lisboa?</p>
<p>Uma vez mais, será o sentimento de indignação contra a injustiça a guiar os passos destes portugueses.</p>
<p>Mais do que qualquer outra injustiça, será de referir essa gritante falta de equidade na repartição dos sacrifícios que neste momento estão a ser pedidos  aos portugueses.</p>
<p>É que quem se vê obrigado a retirar do seu prato para pagar impostos, precisa de olhar à sua volta e confirmar que outros estão a fazer o mesmo.</p>
<p>Quem se priva de tomar o café fora de casa e anda com o casaco poído comprado há cinco anos - por não ter dinheiro para outro - precisa de olhar à volta e ver que todos estão a conter-se num esforço conjunto para vencer as dificuldades económicas e orçamentais, agora escolhidas como objectivos prioritários da governação.</p>
<p>Em Março passado (19/03/2010) “O Público”, revelava um estudo em que era demonstrado que<span style="text-decoration: underline;"> mais de um quarto dos portugueses não ia ao dentista por falta de dinheiro, enquanto um quinto não comprava óculos pelo mesmo motivo.</span></p>
<p> Mais : Há dois meses atrás<span style="text-decoration: underline;"> um terço dos doentes crónicos  não comprava medicamentos por falta de dinheiro</span>!</p>
<p>Depois abre-se um jornal e vê-se que o ministro contratou 14 secretárias e então percebe-se que algo vai ter que mudar em Portugal, urgentemente.</p>
<p>Os exemplos de contenção têm que vir de cima.</p>
<p>Os lideres, se querem ser seguidos,  devem ir à frente e ser os primeiros a dar os bons exemplos.</p>
<p>De crise em crise, de austeridade em austeridade, de privação em privação, desde há largos anos os portugueses olham à sua volta e o que vêm os seus líderes fazer?</p>
<p>Vêem-nos contratar motoristas, secretárias e acessores em quantidades que ninguém entende. Vêem-nos atribuir-se prémios de gestão, quando as suas empresas são deficitárias. Vêem-nos adquirir frotas de carros de luxo para os gestores de empresas em dificuldades, ou para o seu uso pessoal, enquanto nos repetem  que &#8220;não há dinheiro&#8221;.</p>
<p>Vêem-nos auferir vencimentos, mordomias e pensões que constituem verdadeiras obscenidades, se comparadas, com os rendimentos médios dos portugueses. É isto, (mas não só), que indigna as pessoas!</p>
<p>Vejam-se alguns dados publicados em jornais:</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="4" width="795">
<p><strong>VENCIMENTOS DE GESTORES – Uma minúscula amostra -</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><br class="spacer_" /></p>
</td>
<td>
<p><br class="spacer_" /></p>
</td>
<td>
<p><br class="spacer_" /></p>
</td>
<td>
<p><br class="spacer_" /></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>420.000,00 €</p>
</td>
<td>
<p>TAP</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Fernando Pinto</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>371.000,00 €</p>
</td>
<td>
<p>CGD</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Faria de Oliveira</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>365.000,00 €</p>
</td>
<td>
<p>PT</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Henrique Granadeiro</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>250.040,00 €</p>
</td>
<td>
<p>RTP</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Guilherme Costa</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>249.448,00 €</p>
</td>
<td>
<p>Banco Portugal</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Vítor Constâncio</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>247.938,00 €</p>
</td>
<td>
<p>ISP</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Fernando Nogueira</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>245.552,00 €</p>
</td>
<td>
<p>CMVM</p>
</td>
<td>
<p>Presidente</p>
</td>
<td>
<p>Carlos Tavares</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>233.857,00 €</p>
</td>
<td>
<p>ERSE</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Vítor Santos</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>224.000,00 €</p>
</td>
<td>
<p>ANA COM</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Amado da Silva</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>200.200,00 €</p>
</td>
<td>
<p>CTT</p>
</td>
<td>
<p>Presidente</p>
</td>
<td>
<p>Mata da Costa</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>134.197,00 €</p>
</td>
<td>
<p>Parpublica</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>José Plácido Reis</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>133.000,00 €</p>
</td>
<td>
<p>ANA</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Guilhermino Rodrigues</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>126.686,00 €</p>
</td>
<td>
<p>ADP</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Pedro Serra</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>96.507,00 €</p>
</td>
<td>
<p>Metro Porto</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>António Oliveira Fonseca</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>89.299,00 €</p>
</td>
<td>
<p>LUSA</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Afonso Camões</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>69.110,00 €</p>
</td>
<td>
<p>CP</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Cardoso dos Reis</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>66.536,00 €</p>
</td>
<td>
<p>REFER</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Luís Pardal: Refer</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>66.536,00 €</p>
</td>
<td>
<p>Metro Lisboa</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Joaquim Reis</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>58.865,00 €</p>
</td>
<td>
<p>CARRIS</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>José Manuel Rodrigues</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>58.859,00 €</p>
</td>
<td>
<p>STCP</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Fernanda Meneses</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ao contrário deste cenário de altíssimos níveis remuneratórios, os assalariados recebem precariedade e redução sucessiva de proteção social, congelamento de progressão em carreiras, privação de bens essenciais.</p>
<p>Os cortes nos vencimentos de quadros e líderes em Portugal são suaves e quase simbólicos, se comparados com os efectuados noutros países dessa Europa, que se diz ter como referência.</p>
<p>Retirar 5% ao vencimento de um gestor da banca, deixa-lhe um excelente e desafogado orçamento mensal com o qual não terá de privar-se a sí e à sua família de nada, enquanto que, se se retirar a um empregado comercial ou a um operário 1,5 ou 2% do seu salário, o seu orçamento familiar deixará a descoberto necessidades essenciais na área da habitação, da saúde, dos transportes, das comunicações, da educação dos seus filhos  ou mesmo da alimentação.</p>
<p>Os cidadãos contribuintes perguntam-se : Afinal quem são os responsáveis pelos erros orçamentais e pelo endividamento excessivo de algumas empresas públicas, privadas e do próprio estado português?</p>
<p>Resposta: Os decisores políticos, os governantes e ex-governantes, os gestores do que é público e também do que é privado.</p>
<p>Ora essa casta de decisores, governantes e líderes que tomaram as medidas erradas cujos resultados estão à vista, são hoje os primeiros a recomendar que se depeçam as pessoas, que se roube o 13º mês aos trabalhadores, que se precarize, que se poupe na protecção social, na educação, nas pensões e na saúde.</p>
<p>Injustamente,  são decisores e os gestores aqueles que menos sofrem os efeitos da situação económica que eles próprios criaram.</p>
<p>Remetem para os trabalhadores por conta de outrém quase toda a pesada factura dos erros, de governação e de gestão, de que os trabalhadores não são minimamente responsáveis.</p>
<p>Esse é o tipo de injustiça que não se tolera.</p>
<p>Carlos Augusto Silva</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Bloco de Esquerda em solidariedade com os trabalhadores da Legrand</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 16:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade Concelho Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Condições trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Interesse Público]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A deputada à Assembleia da República, candidata do BE à Câmara de Cascais nas últimas legislativas, Rita Calvário participou hoje na manifestação solidária com a luta dos trabalhadores da Legrand Eléctrica, que decretaram greve para hoje. Na sua intervenção aos trabalhadores, e outros activistas e dirigentes sindicais que participaram nesta acção solidária, Rita Calvário manifestou a solidariedade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/05/20052010014.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-2321" title="20052010014" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/05/20052010014-1024x768.jpg" alt="" width="370" height="339" /></a></p>
<p style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;">A deputada à Assembleia da República, candidata do BE à Câmara de Cascais nas últimas legislativas, Rita Calvário participou hoje na manifestação solidária com a luta dos trabalhadores da <em>Legrand Eléctrica</em>, que decretaram greve para hoje. Na sua intervenção aos trabalhadores, e outros activistas e dirigentes sindicais que participaram nesta acção solidária, Rita Calvário manifestou a solidariedade das organizações do Bloco de Esquerda, tendo estado presente membros da Coordenadora Concelhia, e do seu Grupo Parlamentar, manifestou ainda a oposição do Bloco à especulação imobiliária e consequente despedimento dos trabalhadores, comunicando ainda a apresentação de uma <a href="http://beparlamento.esquerda.net/media/PLegrand.pdf"><strong>pergunta</strong> </a>dirigida ao Governo sobre esta matéria. </p>
<p><br class="spacer_" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>COMUNICADO DE IMPRENSA:  Solidariedade com os trabalhadores da Legrand Eléctrica</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 10:55:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade Concelho Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Condições trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Solidariedade com os trabalhadores da Legrand Eléctrica em greve hoje! A Coordenadora Concelhia e a Coordenadora Distrital de Lisboa do Bloco de Esquerda manifesta a sua solidariedade com os trabalhadores da Legrand Eléctrica, em Cascais, que estão hoje em greve. A greve surge, segundo os trabalhadores, “em protesto contra a intenção da administração de vender [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Solidariedade com os trabalhadores da Legrand Eléctrica em greve hoje!</strong></p>
<p style="text-align: left;"><img src="http://img.pai.pt/194035/194035_lo_01.gif" alt="" width="300" height="71" /></p>
<p>A Coordenadora Concelhia e a Coordenadora Distrital de Lisboa do Bloco de Esquerda manifesta a sua solidariedade com os trabalhadores da <strong><em>Legrand Eléctrica</em></strong>, em Cascais, que <strong>estão hoje em greve.</strong> A greve surge, segundo os trabalhadores, “em protesto contra a intenção da administração de vender os terrenos da fábrica, tudo indica ao <em>El Corte Inglês</em>, comprometendo a manutenção dos actuais 450 postos de trabalho”.</p>
<p><strong>Entre as 15h e as 17h os trabalhadores estarão concentrados junto ao portão da fábrica e uma delegação da Coordenadora Distrital Bloquista, assim como da Coordenadora Concelhia de Cascais, acompanhada da deputada Rita Calvário estará presente pelas 16h em solidariedade. </strong></p>
<p>O Bloco já apresentou um requerimento ao governo exigindo explicações sobre este problema e protestando pela facilidade com que a entidade patronal “joga com a vida das pessoas”.</p>
<p>Esta multinacional francesa tem vindo a “pressionar a Câmara Municipal de Cascais no sentido de alterar o PDM de modo a que os terrenos da fábrica sejam classificados de urbanizáveis, com o intuito de realizar um negócio de especulação imobiliária na ordem dos 150 milhões de euros. Acresce que a administração da <em>Legrand</em> recusa qualquer possibilidade de transferir a fábrica para outro local do concelho, pelo que a venda dos terrenos implicará o encerramento da empresa” &#8211; alerta, justamente, o Sindicato das Indústrias Eléctricas.</p>
<p>Ainda segundo o comunicado emitido pelo SIESI “a administração da <em>Legrand</em> tem vindo a transferir equipamentos e produções para outras empresas e, em 2009, realizou um despedimento colectivo de 77 trabalhadores que substituiu por temporários. Recebeu, há três anos, 8 milhões de euros do estado português para manter 431 postos de trabalho permanentes, contrato que não cumpriu. Presentemente tem em curso uma onda de repressão que levou à instauração de mais de uma dezena de processos disciplinares, que incluem a nossa Delegada Sindical Paula Rodrigues, suspensa preventivamente”.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Cascais, 20 de Maio de 2010</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cascais debateu mobilidade no Concelho &#8211; Como nos deslocamos em Cascais?</title>
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		<pubDate>Sat, 08 May 2010 17:46:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade Concelho Cascais]]></category>
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		<description><![CDATA[  O Bloco de Esquerda de Cascais organizou, no passado dia 5 de Maio, um debate sobre a mobilidade no concelho, contando com a presença do deputado Heitor de Sousa, especialista em transportes, do sindicalista convidado Luís Oliveira, dirigente do STRUP, e de Tiago Vicente eleito na AM de Cascais pelo BE. Na introdução do encontro, Tiago [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/05/TransportesBE5Maio2010_2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2297" title="TransportesCascais_5Maio2010_2" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/05/TransportesBE5Maio2010_2.jpg" alt="" width="570" height="427" /></a></p>
<table style="text-align: justify;">
<tbody>
<tr>
<td colspan="2" valign="top">
<p><span style="font-size: small;"> </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O Bloco de Esquerda de Cascais organizou, no passado dia 5 de Maio, um debate sobre a mobilidade no concelho, contando com a presença do deputado Heitor de Sousa, especialista em transportes, do sindicalista convidado Luís Oliveira, dirigente do STRUP, e de Tiago Vicente eleito na AM de Cascais pelo BE. </span></p>
<p><span style="font-size: small;">Na introdução do encontro, Tiago Vicente recordou que desde há muito que o Bloco vem apontando a falta de integração da política de transportes no planeamento urbano afecta a qualidade de vida das populações do concelho de Cascais.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Na perspectiva do BE Cascais, reforçar a resposta dos transportes públicos no concelho de Cascais é fundamental, com melhores horários, mais conforto, tarifas sociais e maior articulação entre as operadoras de transporte. Por outro lado, o transporte ferroviário de Cascais necessita ser modernizado e as carreiras devem ser reforçadas e prestar um serviço público com melhor qualidade, pois existe uma grande deficiência nas ligações litoral-interior e interior-interior.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Na sua intervenção, o deputado Heitor de Sousa focou a privatização dos serviços ferroviários, relatando as más experiências ocorridas noutros países, que são lesivas para o Estado e para os utentes.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Luís Oliveira, dirigente sindical do STRUP,  deu o seu testemunho de como os trabalhadores sofrem de repressão e perseguição por parte da administração da empresa (a gestão da Scotturb é a mesma gestão da Vimeca), sem protecção quando são assaltados e a empresa os obriga a repor do seu bolso todo o dinheiro roubado, sendo inclusive então deslocados das suas funções normais como uma espécie de castigo!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span id="more-2293"></span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O dirigente sindical Luís Oliveira reportou o número de horas excessivo de condução de autocarros que chega a atingir as 14 horas diárias (6 horas extraordinárias&#8230;). Como todas as pessoas saberão (pelos vistos com a excepção da gestão desta concessionária das carreiras do concelho de Cascais, entre outros) um número de horas deste teor em condução de autocarros de passageiros, no meio de trânsito intenso,</span><span style="font-size: small;"> é perigoso demais, pode afectar os reflexos e coloca em risco a segurança dos utentes. O cumprimento dos horários insensatos obriga ainda os motoristas a atingir velocidades excessivas entre paragens.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"> <a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/05/TransportesBE5Maio2010_1.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-2304" title="Transporte_Cascais_5Maio2010" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/05/TransportesBE5Maio2010_1-1024x521.jpg" alt="" width="491" height="250" /></a></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">No debate que se seguiu às intervenções foi afirmado que a Scotturb planeia mal os horários das suas carreiras, sem ter em conta as necessidades dos passageiros que atende e pelo transporte dos quais o Estado lhe paga indemnizações compensatórias para prestação de serviço público, sem tomar em consideração as condicionantes locais, sem que a média de idades dos actuais utentes dos transportes seja sequer tida em conta nesses cálculos, sem prever entradas e saídas mais demoradas com populações envelhecidas&#8230; Por exemplo,</span><span style="font-size: small;"> a inclusão de percursos nas 4 carreiras que passaram a servir o novo Hospital de Cascais, e que implicou mais umas quantas rotundas e algumas centenas de metros adicionais para o serviço aos passageiros doentes e seus familiares, não provocou alterações significativas nos horários das carreiras &#8211; limitou-se a publicar nos novos folhetos quais os horários em que o autocarro vai ou não vai ao Hospital&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Que serviço público de transportes temos? Que serviço queremos? A Autoridade Metropolitana dos Transportes de Lisboa irá ter, ao abrigo da nova legislação, de renegociar o modelo de concessão contratado com a Scotturb. <span style="background-color: #ccffff;">Importa que a população se (re)comece a organizar em associações de utentes, e que demonstre quais as reais necessidades da população quer no concelho de Cascais quer nos concelhos próximos.</span> <span style="text-decoration: underline;">As autarquias locais têm aqui um papel importante na defesa dos interesses dos munícipes e fregueses, como seus legítimos representantes.</span> O poder local está limitado &#8211; mas ainda há muito que se pode e deve fazer. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A actual gestão da Scotturb não poderá continuar a ficar impávida às críticas e sugestões das pessoas, seria bom que o novo contrato incluisse uma cláusula sobre a obrigatoriedade de cumprimento de critérios de qualidade, entre os quais um serviço ao utente que passe por receber, ouvir, explicar, aceitar as opiniões das pessoas &#8211; trabalhadores,  passageiros e autarcas.</span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Estoril-Sol: Tribunal de Cascais aceita providência cautelar de trabalhadores despedidos</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 20:15:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[22 de Abril de 2010, 17:22   Cascais, 22 abr (Lusa) &#8211; O Tribunal de Cascais aceitou a providência cautelar interposta pela comissão sindical contra o despedimento coletivo da Estoril-Sol, revelou hoje o advogado do sindicato. &#8220;Fui hoje contactado pelo Tribunal que me informou que a providência cautelar interposta pelos trabalhadores na semana passada foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1><span style="font-size: medium;">22 de Abril de 2010, 17:22</span></h1>
<p id="articleBody sapoArtBody"> </p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">Cascais, 22 abr (Lusa) &#8211; O Tribunal de Cascais aceitou a  providência cautelar interposta pela comissão sindical contra o  despedimento coletivo da Estoril-Sol, revelou hoje o advogado do  sindicato.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">&#8220;Fui hoje contactado pelo Tribunal que me informou que a providência  cautelar interposta pelos trabalhadores na semana passada foi aceite por  ter, à partida, fundamento&#8221;, disse à Lusa o advogado da Comissão de  Trabalhadores do Estoril-Sol, João Camacho.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: medium;">&#8220;Resta agora aguardar pela audiência e esperar que o despedimento  coletivo seja suspenso&#8221;, acrescentou o causídico.</span></p>
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		<title>Despedimentos no Casino Estoril &#8211; numa empresa que dá lucro!</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 21:04:29 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cascais, 20 abr (Lusa) &#8211; A comissão de trabalhadores do Casino do Estoril afirmaram-se hoje “desiludidos” com aquilo que consideram ser a falta de resposta do Ministério do Trabalho, sobre a validade dos despedimentos. “Estamos muito desiludidos. Saímos do Ministério de Pilatos, onde toda a gente lava as mãos e não assume responsabilidades”, disse à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Cascais, 20 abr (Lusa) &#8211; A comissão de trabalhadores do Casino do  Estoril afirmaram-se hoje “desiludidos” com aquilo que consideram ser a  falta de resposta do Ministério do Trabalho, sobre a validade dos  despedimentos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">“Estamos muito desiludidos. Saímos do Ministério de Pilatos, onde  toda a gente lava as mãos e não assume responsabilidades”, disse à  Agência Lusa o dirigente da Comissão de Trabalhadores (CT) da Estoril  Sol, Clemente Alves.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"><span id="more-2241"></span><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Da reunião, que teve como objetivo sensibilizar o Governo para o  processo de despedimento coletivo de que estão a ser alvo os  trabalhadores do Casino do Estoril, Clemente Alves considera que “não  houve nada de novo”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">“Solicitámos à Autoridade para as Condições do Trabalho que  fiscalizasse a validade formal e material do processo de despedimento e  até agora não houve resposta. Saímos daqui da mesma maneira com que  entrámos”, sustentou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Contudo, o responsável sindical promete continuar a luta em defesa  dos trabalhadores, através dos tribunais, onde já foi entregue uma  providência cautelar, relativa à primeira fase de despedimentos, que se  realizou na semana passada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">Por seu turno, o presidente da administração da Estoril Sol, Mário  Assis Ferreira, afirmou à Lusa que a decisão de despedimento coletivo  foi “penosa”, mas “necessária”, salientando os despedimentos decorreram  “de acordo com todos os procedimentos legais”, rejeitando assim a versão  do sindicato.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">A Agência Lusa tentou obter um comentário sobre a reunião por parte  do ministério mas os esforços foram infrutíferos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;">A Estoril-Sol, que explora os casinos do Estoril e de Lisboa,  anunciou em janeiro o despedimento coletivo de 113 trabalhadores para  assegurar a &#8220;sobrevivência da empresa&#8221;, que teve uma quebra de receitas  de 30 milhões de euros nos últimos dois anos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: x-small;"> Posteriormente o despedimento coletivo passou a abranger 112 pessoas,  a que foram acrescidos outros 17 despedimentos individuais.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>HOSPITAL DE CASCAIS &#8211; Perguntas do BE no Parlamento</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 22:46:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia as perguntas que os Deputados do Bloco de Esquerda dirigiram hoje na Assembleia da República ao Ministério da Saúde (para abrir clicar sobre os nomes dos ficheiros) HPP &#8211; Cascais_incidente na sala de espera das consultas_pergunta HPP &#8211; Cascais_situacao de tecnicos e medicas_pergunta]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leia as perguntas que os Deputados do Bloco de Esquerda dirigiram hoje na Assembleia da República ao Ministério da Saúde (para abrir clicar sobre os nomes dos ficheiros)</p>
<h3><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/03/HPP-Cascais_incidente-na-sala-de-espera-das-consultas_pergunta.doc"><span style="background-color: #ffff99;">HPP &#8211; Cascais_incidente na sala de espera das consultas_pergunta</span></a></h3>
<h3><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/03/HPP-Cascais_situacao-de-tecnicos-e-medicas_pergunta.doc"><span style="background-color: #ffff99;">HPP &#8211; Cascais_situacao de tecnicos e medicas_pergunta</span></a></h3>
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