O que espera a Hagen para concluir o processo de venda?

Data: Sat, 13 Mar 2010 00:25:58 +0000
De: Moradores Torre Aguilha <moradores@live.com.pt>
Assunto: FW: Habitações a custos controlados na Torre D́Aguilha em São Domingos de Rana

Exmos. Senhores,

Tendo em conta que, finalmente, foi aprovado na passada sexta-feira (12 de Março de 2010) o Orçamento de Estado para 2010 na globalidade esperamos agora que estejam reunidas todas as condições para que o processo arranque com a máxima celeridade, não quer isto dizer que no passado ou no presente aceitemos tais condutas ou procedimentos, no entanto, dada a impunidade que se vive neste país, pretendemos ver o processo ultimado posteriormente a isso iremos reagir legalmente contra os autores (Câmara de Cascais e Hagen Imobiliária) de inumeras irregularidades que temos detectado e que nos tem sido reportadas.

Sem outro assunto, 

Os futuros moradores

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Quando os deixarão HABITAR as SUAS PRÓPRIAS CASAS?

Habitações a custos controlados na Torre D´Aguilha, São Domingos de Rana

Publicamos um “estendal” de e-mails recebidos dos Futuros Moradores das Habitações a custos controlados na Torre D´Aguilha em São Domingos de Rana, interpelando a construtora Hagen e a CMC (clicar sobre a frase seguinte para abrir o conteúdo em Word):

Onde se encontram as licenças de utilização – Pergunta dos Futuros Moradores da Torre D’Aguilha

O BE questionou o Executivo Camarário na AMC de 21 de Dezembro de 2009: como esperava a CMC abreviar o problema destes moradores e como pensaria ressarci-los, penalizando simultaneamente a empresa de construção pelo atrasos injustificados (ver em http://blococascais.com/orgaos-autarquicos/assembleia-municipal)-

Município de Cascais: dependente dos impostos directos e dos ligados ao imobiliário

Extractos e tópicos da notícia do Público de 9 Nov 09 (sublinhados nossos):

  • Cascais está no top dos municípios da Grande Lisboa: as verbas de IMI e de IMT e as taxas de loteamentos e obras representaram 62% do financiamento em 2006/2007
  • As câmaras da Grande Lisboa são as que mais dependem dos impostos directos (IMI, IMT, imposto sobre veículos e derrama) – 56% das receitas anuais em 2007 – e mais marcantes em municípios como Cascais, Oeiras (mais de 60%)
  • Os autores do estudo, concluído no passado Verão, avaliaram o peso das receitas ligadas ao imobiliário nos orçamentos municipais. E os resultados não fugiram muito ao esperado, mas salientam que esta é, porventura, a fonte de receita “mais exposta às oscilações conjunturais da economia“.


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Sobre a transferência do património público para a mão de privados da elite económica

As dunas fósseis do PNSC

Oitavos

A estratégia da coligação “Viva Cascais” centra-se na prossecução da transferência do património público para a mão de privados da elite económica, disfarçando esta nossa perda na paisagem (vide os Oitavos, com a construção de um enorme hotel e de um campo de golfe sobre as dunas fósseis, não visível das estradas mais percorridas), mascarando a defesa dos interesses de alguns com uma alegada criação de “desenvolvimento” em Cascais.

Pensemos em que espécie de “progresso” tem daqui resultado: nascem empreendimentos de alto luxo no meio de espaços verdes naturais, enquanto os caminhos municipais são anexados vedando a passagem ao comum dos munícipes.

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BE Cascais mantém o mesmo nº de mandatos autárquicos

O Bloco em Cascais manteve o mesmo número de mandatos autárquicos: um eleito em cada Assembleia de Freguesia e dois elementos do BE eleitos pela população para a Assembleia Municipal.

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BE contra Política do Betão

A candidatura autárquica do Bloco de Esquerda em Cascais realizou esta terça-feira um roteiro a assinalar alguns dos atentados do betão que têm sido cometidos no Parque Natural de Sintra-Cascais. O roteiro teve início no empreendimento do Abano, seguiu pelo resort Marinha Guincho, passou pelo hotel do Oitavos Dunes e finalizou na Quinta da Marinha, tudo obras da responsabilidade do actual executivo camarário, liderado pela coligação encabeçada por António Capucho.

 

BE contra Política do Betãoo

Jornal de Notícias 06-10-2009

BLOCO OPÕE-SE À PRIVATIZAÇÃO DO ACESSO À CIDADELA DE CASCAIS

Foi anunciado que a Cidadela de Cascais, importante património histórico-cultural do concelho, será transformada em 2011 numa Pousada de Portugal pelo grupo Pestana.

O Bloco de Esquerda condena a posição da Câmara Municipal de Cascais (CMC) de ceder, por um período de 70 anos, este valioso exemplar da arquitectura militar, com uma localização estratégica na Vila e Baía de Cascais, para um hotel de luxo explorado por uma entidade privada.

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Cascais Real

Residências de luxo no Estoril vendem-se sem problemas e sobretudo a portugueses

2009-06-12, em http://dn.sapo.pt/

Considerado o condomínio português mais caro de sempre, o Palácio Estoril Residências oferece aos futuros residentes um serviço de luxo. Trata-se de um empreendimento que disponibiliza 27 apartamentos em tipologias

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CÂMARA MUNICIPAL DE CASCAIS CONTINUA A ENTREGAR PARQUE NATURAL DE SINTRA-CASCAIS AOS INTERESSES IMOBILIÁRIOS

Comunicado de Imprensa

CÂMARA MUNICIPAL DE CASCAIS CONTINUA A ENTREGAR PARQUE NATURAL DE SINTRA-CASCAIS AOS INTERESSES IMOBILIÁRIOS

O Bloco de Esquerda em Cascais condena a atitude do executivo da Câmara Municipal (CMC) de continuar a entregar o Parque Natural de Sintra-Cascais (PNSC) aos interesses dos promotores imobiliários e das construtoras.

Contrariando o próprio Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), decidiu a CMC deferir a construção de novo hotel de luxo na Quinta da Marinha, zona do Guincho.

Mais uma vez, coloca-se em causa a salvaguarda dos valores naturais, ambientais e patrimoniais que motivaram a criação do PNSC e prejudica-se a qualidade de vida das populações dos concelhos de Cascais e Sintra, bem como da área metropolitana de Lisboa. A Quinta da Marinha, um condomínio de luxo com vivendas e campos de golfe situado frente ao oceano e em pleno PNSC, é um bom exemplo daquilo que tem sido e continua a ser a má política ambiental dos sucessivos governos e executivos camarários de Cascais e Sintra.

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