DEBATE NA “CULTRA” CONTRIBUI COM PROPOSTAS E IDEIAS ALTERNATIVAS NO COMBATE À CRISE

Activistas, sindicalistas, deputados e militantes de diversos sectores da esquerda, mostraram este fim-de-semana em Lisboa, que existem medidas para enfrentar a crise sócio-económica, que constituem verdadeiras alternativas às que vêm sendo adoptadas pelo actual governo.

Os presentes nesta iniciativa da Cooperativa Cultural CULTRA, mostraram-se concordantes na rejeição das políticas de que acarretam o sacrifício económico e social dos sectores sociais mais frágeis e desfavorecidos.

Respondendo ao tema «O que fará um governo de esquerda socialista», a Cooperativa Culturas do Trabalho e Socialismo, reuniu personalidades de várias áreas, como o dirigente da CGTP, Carvalho da Silva, o responsável da Quercus, Francisco Ferreira, o líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, ou a nutricionista Isabel do Carmo.

No decorrer do colóquio foram apresentadas «ideias muito inovadoras», referiu o presidente da CULTRA, o historiador e deputado Fernando Rosas, que considerou que algumas destas propostas podem vir a ser recuperadas por deputados do BLOCO DE ESQUERDA na Assembleia da República e possivelmente também no Parlamento Europeu.

Entre as propostas avançadas naquele forum, Fernando Rosas quis realçar a proposta de Francisco Louçã, no âmbito da qual  seriam atribuídos poderes ao Banco Central Europeu para emitir títulos de dívida pública, deixando desta forma livres os estados-membros em relação às organizações financeiras especulativas.

Carvalho da Silva, defendeu o princípio de que «a resposta à crise não pode ser baseada na criação de mais pobreza através do desemprego e da redução real dos salários».

A realização deste fórum de reflexão constituiu mais um importante momento de afirmação do vigor e da pertinência das ideias e propostas que, na área esquerda do espectro político, se perfilam como alternativas válidas às do discurso da austeridade para quem trabalha e desafogo para quem vive da especulação, das negociatas e da usura.


JAZZ CONTRA O racismo

SOS RACISMO CCC 2

O SOS Racismo, à semelhança do ano passado, comemora o 19º Aniversário em Cascais.

É mais uma iniciativa da Maria Viana que consegue uma vez mais ser solidária com o SOS Racismo e a luta contra qualquer tipo de discriminação.

6ª Feira, dia 20 de Novembro às 21:30 no Centro Cultural de Cascais.

Aparece!

Declarações da organizadora da “Feira do Chocolate” ao Jornal da Região: “A ENTRADA NÃO FOI GRATUITA PORQUE TAMBÉM QUISEMOS QUALIDADE NOS VISITANTES”

O JORNAL DA REGIÃO publicou na sua edição de 27 de Outubro uma peça jornalística intitulada “Festival do chocolate anima Cidadela”, a qual deverá merecer uma reflexão de tod@s os que se insurgem contra uma das mais detestáveis formas de preconceito e discriminação : A discriminação sócio económica alicerçada no preconceito social. Como se a pretensa qualidade dos visitantes se apurasse por critérios de poder económico, ou seja como se as boas pessoas, bem formadas e educadas, os chamados visitantes “de qualidade” se encontrassem essencialmente entre os que têm possibilidades de pagar a entrada.

A qualidade das pessoas mede-se e pesa-se através do dinheiro que possuem, independentemente até de como o conseguiram!…- deduzimos das suas palavras.

Chocolate


2EurosA responsável do Cacau Clube declarou, para acentuar as suas ideias :“ Não queríamos fazer do recinto um lugar onde todos vinham cá comer chocolate. Há que dar valor à qualidade.”

Mantendo o tom elitista e assumidamente discriminatório face aos estratos populacionais maioritários no concelho e no país, declarou ”Tivemos presentes marcas que não encontramos à venda  nos supermercados, mas sim nas lojas gourmet”.

Ficamos então a saber que a relações públicas do Cacau Clube prefere os clientes com cacau.

Só compreendemos que a autarquia tenha entregue a organização deste evento à D. Cacilda se ela tiver muito dinheiro, ou seja, tiver muita qualidade…

E vivemos nós numa autarquia , e numa sociedade, que arvora os valores democráticos e reitera os princípios da igualdade de oportunidades….nos discursos.

Carlos Silva e São Morais

Cacau


Auditório Municipal de Carcavelos, para quando?

Em 1995, pouco mais passando de um terreno baldio com edifícios centenários em estado de ruína, mas de importância histórica, a Quinta da Lagoa começou a ser alvo de discussão com vista a um novo futuro. Leia mais aqui