Foi bonita a Festa pá!
Aconteceu a Festa da Diversidade Cultural em Cascais
No passado Sábado, dia 3 de Julho, o BE de Cascais organizou a Festa da Diversidade Cultural.
A ideia de abrir o antigo Bairro do Fim do Mundo, actual Bairro Novo do Pinhal, à comunidade local, mas sobretudo fazer do Bairro o ponto de encontro de várias comunidades imigrantes, resultou num enorme sucesso.
Juntámos cerca de 300 pessoas numa verdadeira Festa em que a multiculturalidade foi regra. Da gastronomia cabo-verdiana com a tradicional cachupa, passando pela muamba angolana, até aos pratos típicos da Moldávia, foi possível a tod@s provar um pouco de tudo, por apenas 1 euro cada prato.
Para além das comidas, as comunidades imigrantes tiveram ainda oportunidade de dar a conhecer a quem esteve presente cantares e danças típicos das suas origens. Pelo palco da Festa da Diversidade Cultural passaram sons de Cabo-Verde, a guitarra cigana, o reggae, rappers locais, danças e músicas tradicionais da Moldávia, e kuduro.
O BE de Cascais pode ainda contar com a presença e intervenção da deputada Cecília Honório, assim como de Armandinho Sá, membro da Comissão de Moradores do Bairro.
Foi em Festa que começámos esta iniciativa, e foi em grande Festa que a terminámos. Nada teria sido possível sem a participação das próprias comunidades e das associações de imigrantes, em especial a Cultursol, a Solidariedade Imigrante e o SOS Racismo, a quem o BE dirige um profundo agradecimento.
Uma nova política cultural precisa-se!
Mar 13, 2010 Bloco, Cultura, Interesse Público
Uma nova política cultural precisa-se!
Debate com Catarina Martins, deputada Bloco de Esquerda
16 de Março ::: 18 horas ::: café concerto do Teatro Maria Matos
Convite
Nos últimos dois meses o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda promoveu um conjunto de debates públicos sobre política cultural por todo o país dedicado às questões relacionadas com a criação de cartas de missão para os equipamentos culturais, incluindo definição de objectivos de programação, serviços pedagógicos, requisitos técnicos e humanos, contratos-programa de financiamento e concursos para direcção, assim como questões relativas ao equilíbrio entre regulamentação nacional e autonomia local, regulamentação de redes e financiamentos directos e indirectos à criação e difusão artística. Com início no Porto foram realizadas sessões em Aveiro, Viana do Castelo, Guimarães, Coimbra, Vila Real, Bragança, Covilhã, Guarda, Entroncamento, Santarém, Leiria, Caldas da Rainha, Portalegre, Beja, Évora, Viseu e Setúbal.
Terminamos agora este périplo no próximo dia 16 de Março com o debate de encerramento no Café Concerto do Teatro Maria Matos, pelas 18 horas, com a presença da deputada Catarina Martins e convidados.
DEBATE NA “CULTRA” CONTRIBUI COM PROPOSTAS E IDEIAS ALTERNATIVAS NO COMBATE À CRISE
Fev 28, 2010 Cultura, Política
Activistas, sindicalistas, deputados e militantes de diversos sectores da esquerda, mostraram este fim-de-semana em Lisboa, que existem medidas para enfrentar a crise sócio-económica, que constituem verdadeiras alternativas às que vêm sendo adoptadas pelo actual governo.
Os presentes nesta iniciativa da Cooperativa Cultural CULTRA, mostraram-se concordantes na rejeição das políticas de que acarretam o sacrifício económico e social dos sectores sociais mais frágeis e desfavorecidos.
Respondendo ao tema «O que fará um governo de esquerda socialista», a Cooperativa Culturas do Trabalho e Socialismo, reuniu personalidades de várias áreas, como o dirigente da CGTP, Carvalho da Silva, o responsável da Quercus, Francisco Ferreira, o líder do Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, ou a nutricionista Isabel do Carmo.
No decorrer do colóquio foram apresentadas «ideias muito inovadoras», referiu o presidente da CULTRA, o historiador e deputado Fernando Rosas, que considerou que algumas destas propostas podem vir a ser recuperadas por deputados do BLOCO DE ESQUERDA na Assembleia da República e possivelmente também no Parlamento Europeu.
Entre as propostas avançadas naquele forum, Fernando Rosas quis realçar a proposta de Francisco Louçã, no âmbito da qual seriam atribuídos poderes ao Banco Central Europeu para emitir títulos de dívida pública, deixando desta forma livres os estados-membros em relação às organizações financeiras especulativas.
Já Carvalho da Silva, defendeu o princípio de que «a resposta à crise não pode ser baseada na criação de mais pobreza através do desemprego e da redução real dos salários».
A realização deste fórum de reflexão constituiu mais um importante momento de afirmação do vigor e da pertinência das ideias e propostas que, na área esquerda do espectro político, se perfilam como alternativas válidas às do discurso da austeridade para quem trabalha e desafogo para quem vive da especulação, das negociatas e da usura.
Tags: CULTRA
JAZZ CONTRA O racismo
Nov 15, 2009 Actualidade Concelho Cascais, Cultura, Interesse Público
O SOS Racismo, à semelhança do ano passado, comemora o 19º Aniversário em Cascais.
É mais uma iniciativa da Maria Viana que consegue uma vez mais ser solidária com o SOS Racismo e a luta contra qualquer tipo de discriminação.
6ª Feira, dia 20 de Novembro às 21:30 no Centro Cultural de Cascais.
Aparece!
Declarações da organizadora da “Feira do Chocolate” ao Jornal da Região: “A ENTRADA NÃO FOI GRATUITA PORQUE TAMBÉM QUISEMOS QUALIDADE NOS VISITANTES”
Out 31, 2009 Actualidade Concelho Cascais, Cultura, Política
O JORNAL DA REGIÃO publicou na sua edição de 27 de Outubro uma peça jornalística intitulada “Festival do chocolate anima Cidadela”, a qual deverá merecer uma reflexão de tod@s os que se insurgem contra uma das mais detestáveis formas de preconceito e discriminação : A discriminação sócio económica alicerçada no preconceito social. Como se a pretensa qualidade dos visitantes se apurasse por critérios de poder económico, ou seja como se as boas pessoas, bem formadas e educadas, os chamados visitantes “de qualidade” se encontrassem essencialmente entre os que têm possibilidades de pagar a entrada.
A qualidade das pessoas mede-se e pesa-se através do dinheiro que possuem, independentemente até de como o conseguiram!…- deduzimos das suas palavras.
A responsável do Cacau Clube declarou, para acentuar as suas ideias :“ Não queríamos fazer do recinto um lugar onde todos vinham cá comer chocolate. Há que dar valor à qualidade.”
Mantendo o tom elitista e assumidamente discriminatório face aos estratos populacionais maioritários no concelho e no país, declarou ”Tivemos presentes marcas que não encontramos à venda nos supermercados, mas sim nas lojas gourmet”.
Ficamos então a saber que a relações públicas do Cacau Clube prefere os clientes com cacau.
Só compreendemos que a autarquia tenha entregue a organização deste evento à D. Cacilda se ela tiver muito dinheiro, ou seja, tiver muita qualidade…
E vivemos nós numa autarquia , e numa sociedade, que arvora os valores democráticos e reitera os princípios da igualdade de oportunidades….nos discursos.
Carlos Silva e São Morais
Auditório Municipal de Carcavelos, para quando?
Jul 31, 2009 Cultura
Em 1995, pouco mais passando de um terreno baldio com edifícios centenários em estado de ruína, mas de importância histórica, a Quinta da Lagoa começou a ser alvo de discussão com vista a um novo futuro. Leia mais aqui










