HOSPITAL DE CASCAIS: Técnicos de Análises Clínicas e de Saúde Pública
Fev 23, 2010 Direitos Laborais, Interesse Público, Saúde
O deputado do Bloco João Semedo dirigiu uma pergunta ao Ministério da Saúde sobre a situação dos trabalhadores do Serviço de Patologia do Hospital de Cascais.
Os Técnicos de Análises Clínicas e de Saúde Pública do quadro do Centro Hospitalar de Cascais (SNS) receberam a informação de que não irão ser integrados pelo grupo HPP no novo Hospital.
“São trabalhadores do quadro da função pública e foram “aconselhados” a fazerem contrato com a General-Lab, mas em condições bastante desfavoráveis para os trabalhadores (por exemplo, redução do vencimento e/ou aumento do horário de trabalho semanal). Caso não o fizessem passariam à situação de mobilidade, com a correspondente perdas de direitos. De salientar que a todos os outros funcionários, em regime de contrato em funções públicas nesta instituição, foi proposta a cedência por interesse público.”
O BE apresentou hoje no Parlamento as seguintes perguntas ao Ministério da Saúde, entregues ao Sr. Presidente da Assembleia da República (clicar para abrir):
HPP Cascais situação de técnicos – pergunta
Tags: Emprego, Gestão Hospitalar, Hospital, Hospital Cascais, HPP
Bloco de Esquerda questiona Executivo da Câmara de Cascais sobre despedimentos na Estoril-Sol
Fev 4, 2010 Actualidade Concelho Cascais, Direitos Laborais
Na reunião da Assembleia Municipal de 1 de Fevereiro, os eleitos do Bloco de Esquerda questionaram o Executivo Camarário sobre o despedimento colectivo de 113, e de mais 17 despedimentos individuais, que a empresa Estoril-Sol está em vias de fazer no Casino do Estoril.
O Grupo Municipal do Bloco de Esquerda de Cascais, procurou saber se o executivo tem tido alguma iniciativa junto da Administração da Estoril-Sol, no sentido de se encontrar soluções que acautelem os direitos destes trabalhadores, aliás conforme foi prometido pelo mesmo à Comissão de Trabalhadores do Casino. O Bloco chamou a atenção para a necessidade de a Câmara de Cascais interceder junto do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, para que todos aqueles que têm responsabilidades sobre esta situação, sobretudo na defesa destes trabalhadores e dos seus postos de trabalho, sejam chamados a intervir.
Com mais estes despedimentos, sobe para mais de 800 postos de trabalho que foram sendo destruídos pelas mãos da empresa Estoril-Sol nos últimos 6 anos.
O Bloco de Esquerda não está satisfeito com a resposta do Presidente da Câmara de Cascais, que se mostrou “mais preocupado com possíveis efeitos na qualidade dos serviços e no turismo em Cascais” do que com o drama humano vivido por estes trabalhadores, e garante que não vai deixar que mais esta situação passe impunemente.
3 de Fevereiro de 2010
Bloco de Esquerda de Cascais
__________________________________
As deputadas pelo BE Cecília Honório e Mariana Aiveca colocaram na Assembleia da República a seguinte pergunta aos Ministérios da Economia e Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social, respectivamente.
Petição pelo alargamento do acesso ao subsídio de desemprego
Jan 17, 2010 Condições trabalho, Direitos Laborais, Interesse Público

Aceda e assine a petição em www.esquerda.net/desemprego
Tags: Desemprego, Emprego
BE CASCAIS SOLIDARIZA-SE COM OS TRABALHADORES DA SCOTTURB
Nov 14, 2009 Actualidade Concelho Cascais, Condições trabalho, Direitos Laborais, Interesse Público, Transportes
O Bloco de Esquerda de Cascais, tendo conhecimento da injustiça que está a ser feita aos motoristas da Scotturb, que foram agredidos e assaltados em serviço, e a empresa em vez de apoia-los está a castiga-los, querendo que sejam esses mesmos trabalhadores a pagar os valores roubados e quem legitimamente se recusa a pagar algo pelo qual não é culpado, decidiu repudiar a atitude da empresa e solidarizar-se com os trabalhadores.

Assim sendo, o Bloco de Esquerda esteve presente na concentração de solidariedade convocada pelos Sindicatos no dia 12 de Novembro, estando do lado dos trabalhadores e apoiando as suas revindicações em que os trabalhadores exigem que se criem melhores condições de trabalho, para que possam desempenhar a sua actividade profissional com melhor qualidade e em segurança.
E será SUSTENTÁVEL o desvio dos dinheiros públicos???
Nov 11, 2009 Condições trabalho, Direitos Laborais, Interesse Público, Política, Sustentabilidade
Aumento salarial de 1,5% pode “não ser sustentável”, diz Vieira da Silva, que transitou do Ministério do Trabalho para a Economia…

O ministro da Economia defendeu hoje que devem ser seguidas políticas ajustadas ao ciclo económico, pelo que uma actualização de 1,5% dos salários em 2010 pode “não ser sustentável”.
“Não será sustentável seguirmos políticas de rendimentos e políticas salariais desajustadas do ciclo económico em que vivemos, pois não vejo como é possível que a riqueza seja distribuída se não for criada consistentemente”, declarou Vieira da Silva à saída de um encontro para assinalar o Dia da Competitividade.
O Governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, também já tinha sinalizado que 1,5% é o limite razoável para o crescimento dos salários, valor que as centrais sindicais rejeitaram por unanimidade.
in economico.sapo.pt, Económico com Lusa 11/11/09 12:15
E nós dizemos: O que NÃO É SUSTENTÁVEL é o desvio dos dinheiros públicos para a mão de privados em grandes negociatas, corrupção e afins!
ACTUALIDADE do CONCELHO de CASCAIS
Jun 8, 2009 Condições trabalho, Direitos Laborais
Condições laborais no novo hiper em S. Domingos de Rana
No mês passado abriu um novo hipermercado em S. Domingos de Rana. Pertence à distribuidora de produtos alimentares E.LECLERC que detém uma das maiores cadeias de hipermercados e que rege a sua acção e política no mercado com base no lema “Comprar o mais barato possível para vender o mais barato possível”, máxima que parece aplicar também aos trabalhadores que se deparam com emprego precário, salários baixos, sem direito de associação, reunião e exercício sindical, cargas horárias de trabalho pesadíssimas. Com o receio, sempre a bater à porta, da ameaça de desemprego, tornam-se alvos de intimidação para garantir que tudo continue na mesma. O trabalhador do E. Leclerc paga a concretização da máxima deste grupo com os seus direitos e salário.
Não podemos deixar que assim seja e que aquela máxima esteja à frente dos direitos laborais. Temos que dar voz à máxima dos trabalhadores da E. Leclerc.
Esta situação laboral não é única. Também os trabalhadores dos hipermercados Modelo se debatem com questões semelhantes, situação que Mariana Aiveca apresentou há pouco tempo ao governo.
Mariana Aiveca quer intervenção do governo sobre intimidação em Modelo e E.Leclerc
Tags: Condições trabalho





