BE quer ouvir Vereadora da Educação sobre reordenamento escolar
Jun 23, 2010 Actualidade Concelho Cascais, Bloco, Interesse Público
Cascais, 23 jun (Lusa) – O Bloco de Esquerda (BE) de Cascais quer reunir-se com a vereadora da Educação da Câmara, Ana Clara Justino, para falar sobre o impacto do reordenamento da rede escolar no concelho, afirmou hoje a coordenadora Margarida Santos.
“Queremos falar com a vereadora para saber em que medida é que Cascais vai implementar as medidas de austeridade impostas pelo Ministério da Educação e se está previsto o encerramento de escolas ou não”, disse a responsável concelhia do BE à agência Lusa.
Os “bloquistas” de Cascais querem saber de que forma a medida vai ser respeitada, no que se refere à criação dos “mega-agrupamentos e extinção de escolas do concelho”.
“A criação de mega-agrupamentos implica a extinção de escolas, mas isto desrespeita as cartas educativas municipais, nomeadamente a de Cascais, que proíbe o fecho de escolas com menos de 21 alunos”, acrescentou Margarida Santos.
Assim, o BE pretende que a vereadora Ana Clara Justino, bem como todos os diretores dos agrupamentos de escolas de Cascais, prestem esclarecimentos em sede da Comissão de Educação, Cultura e Desporto.
O requerimento já foi entregue ao coordenador desta Comissão, aguardando-se agora o agendamento da reunião.
A ministra da Educação afirmou, no início do mês, que mais de 900 escolas básicas com menos de 21 alunos poderão encerrar, abrangendo um universo máximo de 15 mil crianças.
MYDM.
A trapalhada volta ás escolas
Jun 16, 2010 Interesse Público
APÓS POUCO MAIS DE UM ANO DESDE A IMPLEMENTAÇÃO DO ACTUAL MODELO DE GESTÃO, AS ESCOLAS DO ENSINO PÚBLICO VOLTAM A SER OBRIGADAS A REORGANIZAR-SE SEM SEREM CONSULTADAS.
O primeiro ministro e o governo PS voltaram em força a uma das actividades que melhor sabem desenvolver: atentar contra o ensino público.
Agora que as escolas e os docentes procuram a adaptação possível ao ainda recente quadro legal herdado do tempo da anterior ministra M.L. Rodrigues, Sócrates e a nova titular da pasta da educação aí estão de novo a introduzir significativas alterarações na orgânica das escolas.
Os directores e os membros das direcções de escolas e agrupamentos ainda nem aqueceram os seus lugares, no entanto grande parte terá que sair.
Há pouco mais de um ano atrás, as escolas do ensino básico foram obrigadas a substituir a experiência bem sucedida dos Conselhos Executivos- com vinte anos de gestão colegial eleita de forma directa e democrática – pelo actual modelo de gestão, assente num órgão unipessoal eleito por um pequeno número de membros da comunidade escolar, integrantes do conselho geral dos agrupamentos de escolas.
A adaptação ao novo modelo estava a fazer-se com a serenidade inerente à introdução de mudanças indesejadas por grande parte dos membros da comunidade escolar.
Com a imposição de novos mega agrupamentos regressa a confusão e a instabilidade às escolas, prejudicando a concentração dos agentes educativos na principal função da escola: transmitir e acessibilizar conhecimentos. Estas medidas, que ignoram as opiniões de pais e professores, lançam as escolas num sobressalto, recolocando-lhe problemas organizacionais, pedagógicos, logísticos e de liderança.
Pretende juntar-se debaixo da alçada de um só director os meninos de 4 e 5 anos do ensino pré-escolar e os jovens de 17 e 18 anos do 12º ano.
No concelho de Cascais, como em vários pontos do país, já é sensível a apreensão e contestação entre pais e professores.
Informações ainda não completamente confirmadas apontam para a formação de um novo agrupamento resultante da união da EB 2,3 da Galiza com a Escola Secundária de S.João. Já em Alcabideche a confusão é muito maior, visto estar sobre a mesa um plano para manter separadas a EB 2,3 de Alcabideche e a Secundária Ibn Mucana, sita a 300 metros da primeira, forçando esta última a ir agrupar com uma escola do Monte Estoril, a mais de sete kilómetros!
Porque não consultam as escolas, as associações de pais, os agentes educativos e as comunidades do conselho, acerca de uma problemática que em primeiro lugar lhes diz respeito?
2 Inquéritos sobre a Scotturb: Participa!
Jun 15, 2010 Actualidade Concelho Cascais, Interesse Público
Divulgamos aqui 2 inquéritos construidos por um grupo de munícipes de Cascais preocupados com a situação actual da empresa Scotturb, nomeadamente com as condições das actuais carreiras ao serviço dos utentes.
Informamos que, por acção do Bloco de Esquerda, a Assembleia de Freguesia de Alcabideche formou uma comissão de representantes de todos os partidos para reunir com a administração da Scotturb, a fim de lhe expor várias insuficiências, anomalias e problemas detectados no serviço prestado por aquela transportadora.
É no sentido de melhor contribuir para o melhor desempenho desta comissão, que apelamos aqui à participação e divulgação destes inquéritos.
Inquérito 1 - Problema Gerais Scotturb
Inquérito 2 – Problemas Carreiras Scotturb
Porquê o protesto
Mai 29, 2010 Condições trabalho, Direitos Laborais, Interesse Público, Política, Saúde
O que leva largos milhares de pessoas de todas as idades a gastar uma tarde de sábado a desfilar em protesto na Avenida da Liberdade, em Lisboa?
Uma vez mais, será o sentimento de indignação contra a injustiça a guiar os passos destes portugueses.
Mais do que qualquer outra injustiça, será de referir essa gritante falta de equidade na repartição dos sacrifícios que neste momento estão a ser pedidos aos portugueses.
É que quem se vê obrigado a retirar do seu prato para pagar impostos, precisa de olhar à sua volta e confirmar que outros estão a fazer o mesmo.
Quem se priva de tomar o café fora de casa e anda com o casaco poído comprado há cinco anos - por não ter dinheiro para outro - precisa de olhar à volta e ver que todos estão a conter-se num esforço conjunto para vencer as dificuldades económicas e orçamentais, agora escolhidas como objectivos prioritários da governação.
Em Março passado (19/03/2010) “O Público”, revelava um estudo em que era demonstrado que mais de um quarto dos portugueses não ia ao dentista por falta de dinheiro, enquanto um quinto não comprava óculos pelo mesmo motivo.
Mais : Há dois meses atrás um terço dos doentes crónicos não comprava medicamentos por falta de dinheiro!
Depois abre-se um jornal e vê-se que o ministro contratou 14 secretárias e então percebe-se que algo vai ter que mudar em Portugal, urgentemente.
Os exemplos de contenção têm que vir de cima.
Os lideres, se querem ser seguidos, devem ir à frente e ser os primeiros a dar os bons exemplos.
De crise em crise, de austeridade em austeridade, de privação em privação, desde há largos anos os portugueses olham à sua volta e o que vêm os seus líderes fazer?
Vêem-nos contratar motoristas, secretárias e acessores em quantidades que ninguém entende. Vêem-nos atribuir-se prémios de gestão, quando as suas empresas são deficitárias. Vêem-nos adquirir frotas de carros de luxo para os gestores de empresas em dificuldades, ou para o seu uso pessoal, enquanto nos repetem que “não há dinheiro”.
Vêem-nos auferir vencimentos, mordomias e pensões que constituem verdadeiras obscenidades, se comparadas, com os rendimentos médios dos portugueses. É isto, (mas não só), que indigna as pessoas!
Vejam-se alguns dados publicados em jornais:
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VENCIMENTOS DE GESTORES – Uma minúscula amostra - |
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420.000,00 € |
TAP |
Administrador |
Fernando Pinto |
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371.000,00 € |
CGD |
Administrador |
Faria de Oliveira |
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365.000,00 € |
PT |
Administrador |
Henrique Granadeiro |
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250.040,00 € |
RTP |
Administrador |
Guilherme Costa |
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249.448,00 € |
Banco Portugal |
Administrador |
Vítor Constâncio |
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247.938,00 € |
ISP |
Administrador |
Fernando Nogueira |
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245.552,00 € |
CMVM |
Presidente |
Carlos Tavares |
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233.857,00 € |
ERSE |
Administrador |
Vítor Santos |
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224.000,00 € |
ANA COM |
Administrador |
Amado da Silva |
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200.200,00 € |
CTT |
Presidente |
Mata da Costa |
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134.197,00 € |
Parpublica |
Administrador |
José Plácido Reis |
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133.000,00 € |
ANA |
Administrador |
Guilhermino Rodrigues |
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126.686,00 € |
ADP |
Administrador |
Pedro Serra |
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96.507,00 € |
Metro Porto |
Administrador |
António Oliveira Fonseca |
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89.299,00 € |
LUSA |
Administrador |
Afonso Camões |
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69.110,00 € |
CP |
Administrador |
Cardoso dos Reis |
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66.536,00 € |
REFER |
Administrador |
Luís Pardal: Refer |
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66.536,00 € |
Metro Lisboa |
Administrador |
Joaquim Reis |
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58.865,00 € |
CARRIS |
Administrador |
José Manuel Rodrigues |
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58.859,00 € |
STCP |
Administrador |
Fernanda Meneses |
Ao contrário deste cenário de altíssimos níveis remuneratórios, os assalariados recebem precariedade e redução sucessiva de proteção social, congelamento de progressão em carreiras, privação de bens essenciais.
Os cortes nos vencimentos de quadros e líderes em Portugal são suaves e quase simbólicos, se comparados com os efectuados noutros países dessa Europa, que se diz ter como referência.
Retirar 5% ao vencimento de um gestor da banca, deixa-lhe um excelente e desafogado orçamento mensal com o qual não terá de privar-se a sí e à sua família de nada, enquanto que, se se retirar a um empregado comercial ou a um operário 1,5 ou 2% do seu salário, o seu orçamento familiar deixará a descoberto necessidades essenciais na área da habitação, da saúde, dos transportes, das comunicações, da educação dos seus filhos ou mesmo da alimentação.
Os cidadãos contribuintes perguntam-se : Afinal quem são os responsáveis pelos erros orçamentais e pelo endividamento excessivo de algumas empresas públicas, privadas e do próprio estado português?
Resposta: Os decisores políticos, os governantes e ex-governantes, os gestores do que é público e também do que é privado.
Ora essa casta de decisores, governantes e líderes que tomaram as medidas erradas cujos resultados estão à vista, são hoje os primeiros a recomendar que se depeçam as pessoas, que se roube o 13º mês aos trabalhadores, que se precarize, que se poupe na protecção social, na educação, nas pensões e na saúde.
Injustamente, são decisores e os gestores aqueles que menos sofrem os efeitos da situação económica que eles próprios criaram.
Remetem para os trabalhadores por conta de outrém quase toda a pesada factura dos erros, de governação e de gestão, de que os trabalhadores não são minimamente responsáveis.
Esse é o tipo de injustiça que não se tolera.
Carlos Augusto Silva
Tags: despedimentos, Manifestação, PEC
Bloco de Esquerda em solidariedade com os trabalhadores da Legrand
Mai 20, 2010 Actualidade Concelho Cascais, Condições trabalho, Interesse Público, Sem categoria
A deputada à Assembleia da República, candidata do BE à Câmara de Cascais nas últimas legislativas, Rita Calvário participou hoje na manifestação solidária com a luta dos trabalhadores da Legrand Eléctrica, que decretaram greve para hoje. Na sua intervenção aos trabalhadores, e outros activistas e dirigentes sindicais que participaram nesta acção solidária, Rita Calvário manifestou a solidariedade das organizações do Bloco de Esquerda, tendo estado presente membros da Coordenadora Concelhia, e do seu Grupo Parlamentar, manifestou ainda a oposição do Bloco à especulação imobiliária e consequente despedimento dos trabalhadores, comunicando ainda a apresentação de uma pergunta dirigida ao Governo sobre esta matéria.
Cascais debateu mobilidade no Concelho – Como nos deslocamos em Cascais?
Mai 8, 2010 Actualidade Concelho Cascais, Condições trabalho, Interesse Público, Segurança rodoviária, Transportes
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O Bloco de Esquerda de Cascais organizou, no passado dia 5 de Maio, um debate sobre a mobilidade no concelho, contando com a presença do deputado Heitor de Sousa, especialista em transportes, do sindicalista convidado Luís Oliveira, dirigente do STRUP, e de Tiago Vicente eleito na AM de Cascais pelo BE. Na introdução do encontro, Tiago Vicente recordou que desde há muito que o Bloco vem apontando a falta de integração da política de transportes no planeamento urbano afecta a qualidade de vida das populações do concelho de Cascais. Na perspectiva do BE Cascais, reforçar a resposta dos transportes públicos no concelho de Cascais é fundamental, com melhores horários, mais conforto, tarifas sociais e maior articulação entre as operadoras de transporte. Por outro lado, o transporte ferroviário de Cascais necessita ser modernizado e as carreiras devem ser reforçadas e prestar um serviço público com melhor qualidade, pois existe uma grande deficiência nas ligações litoral-interior e interior-interior. Na sua intervenção, o deputado Heitor de Sousa focou a privatização dos serviços ferroviários, relatando as más experiências ocorridas noutros países, que são lesivas para o Estado e para os utentes. Luís Oliveira, dirigente sindical do STRUP, deu o seu testemunho de como os trabalhadores sofrem de repressão e perseguição por parte da administração da empresa (a gestão da Scotturb é a mesma gestão da Vimeca), sem protecção quando são assaltados e a empresa os obriga a repor do seu bolso todo o dinheiro roubado, sendo inclusive então deslocados das suas funções normais como uma espécie de castigo! |
Tags: autocarros, carreira, Cascais, passageiro, Scotturb, Sindicato, STRUB
Notícias da A.F. de Alcabideche
Abr 24, 2010 Actualidade Concelho Cascais, Saúde, Transportes
A Assembleia de Freguesia de Alcabideche reunida ontem, dia 22 de Abril aprovou a constituição de uma delegação para dialogar com a Direcção do Centro de Saúde e proceder ao apuramento da situação da falta de médicos de família tendo em vista a formulação de propostas de intervenção em relação ao problema.
Além desta incumbência, esta comissão terá outra missão: Dialogar com a administração da transportadora Scotturb tendo em vista a necessidade – cada vez mais sentida pelos utentes – de melhorar a qualidade do serviço que presta.
Esta deliberação da Assembleia vem ao encontro de duas das principais preocupações do Bloco de Esquerda, inscritas no seu programa eleitoral concelhio e para a Freguesia de Alcabideche, que desde o início do presente mandato vêm sendo referidas pelo seu eleito, naquela Assembleia. Espera-se que estas diligências da Assembleia venham a traduzir-se – a prazo – em benefícios no serviço prestado aos utentes do Centro de Saúde e da Scotturb.
A decisão da Assembleia coincide com o entendimento do BE, de que a Assembleia de Freguesia, como órgão deliberativo e representativo da freguesia, não pode remeter-se a um papel formal de debate e aprovação rotineira de documentos, nem ficar a olhar passivamente para os problemas com que a freguesia se debate.
A A.F. pode e deve intervir no na procura de soluções para os problemas da freguesia, questionando as entidades locais, apurando os factos, interpelando agentes políticos, económicos e sociais, ( como a Scotturb e a Direcção do Centro de Saúde), influenciando, fazendo sugestões e propostas, pressionando e assumindo um papel político activo em prol do bem estar das populações.
Além do referido, o plenário aprovou documentos como as Contas de Gerência e o Relatório Trimestral de Actividades da Junta.
De registar igualmente a aprovação por unanimidade de moções de saudação e apoio ao 25 de Abril – Dia da Liberdade – e ao 1º de Maio – Dia do Trabalhador.
C.S.
Estoril-Sol: Tribunal de Cascais aceita providência cautelar de trabalhadores despedidos
Abr 22, 2010 Actualidade Concelho Cascais, Condições trabalho, Direitos Laborais, Interesse Público, Justiça
22 de Abril de 2010, 17:22
Cascais, 22 abr (Lusa) – O Tribunal de Cascais aceitou a providência cautelar interposta pela comissão sindical contra o despedimento coletivo da Estoril-Sol, revelou hoje o advogado do sindicato.
“Fui hoje contactado pelo Tribunal que me informou que a providência cautelar interposta pelos trabalhadores na semana passada foi aceite por ter, à partida, fundamento”, disse à Lusa o advogado da Comissão de Trabalhadores do Estoril-Sol, João Camacho.
“Resta agora aguardar pela audiência e esperar que o despedimento coletivo seja suspenso”, acrescentou o causídico.
Tags: Casino, Condições trabalho, Desemprego, despedimentos, Estoril-Sol, Tribunal Cascais
Despedimentos no Casino Estoril – numa empresa que dá lucro!
Abr 21, 2010 Actualidade Concelho Cascais, Condições trabalho, Direitos Laborais, Interesse Público, Política
Cascais, 20 abr (Lusa) – A comissão de trabalhadores do Casino do Estoril afirmaram-se hoje “desiludidos” com aquilo que consideram ser a falta de resposta do Ministério do Trabalho, sobre a validade dos despedimentos.
“Estamos muito desiludidos. Saímos do Ministério de Pilatos, onde toda a gente lava as mãos e não assume responsabilidades”, disse à Agência Lusa o dirigente da Comissão de Trabalhadores (CT) da Estoril Sol, Clemente Alves.
Tags: Casino, despedimentos, Estoril-Sol, Trabalhadores








