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	<title>Bloco de Esquerda - Cascais &#187; Saúde</title>
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	<description>Portal do Bloco de Esquerda Cascais</description>
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		<title>Utentes do Centro de Saúde de São João do Estoril sem médico transferidos para o Centro de Saúde de Alcabideche</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 10:33:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade Concelho Cascais]]></category>
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		<description><![CDATA[
O deputado João Semedo questionou hoje o Ministério da Saúde sobre a transferência do atendimento a utentes sem médico de família do Centro de Saúde de São João do Estoril (CSSJE), para o Centro de Saúde de Alcabideche.
De acordo com a directora executiva do ACES de Cascais a transferências para Alcabideche justifica-se porque &#8220;o maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/centrosaudeSJoaoEstoril.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2409" title="centrosaudeSJoaoEstoril" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/centrosaudeSJoaoEstoril-300x222.jpg" alt="" width="300" height="222" /></a></p>
<p><span style="font-size: small;">O deputado João Semedo questionou hoje o Ministério da Saúde sobre a transferência do atendimento a utentes sem médico de família do Centro de Saúde de São João do Estoril (CSSJE), para o Centro de Saúde de Alcabideche.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">De acordo com a directora executiva do ACES de Cascais a transferências para Alcabideche justifica-se porque &#8220;o maior número de utentes sem médico pertence&#8221; a essa freguesia, apontando ainda outros dois motivos que justificam a decisão: melhor gestão de recursos e maior disponibilidade de gabinetes em Alcabideche.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Relativamente à questão da falta de espaço no CSSJE, há a referir que este estabelecimento de saúde foi projectado para 50.000 utentes, de acordo com informação fornecida pelo próprio Gabinete do Cidadão dessa unidade. Assim sendo, e dado que a população residente na freguesia de São João do Estoril não ultrapassa os 30.00 residentes, a capacidade de atendimento do CSSJE está bastante longe de estar de estar esgotada. Por outro lado, o último andar no CSSJE é ocupado pelos serviços administrativos de todo o ACES. Estes facilmente poderiam ser transferidos para outro local, ficando a área actualmente ocupada pelos mesmos no CSSJE disponível para atendimento aos utentes da freguesia de São João do Estoril, sem que estes se vissem obrigados a deslocar-se para fora da freguesia e para um local com piores acessibilidades em termos de transportes.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Salienta-se ainda o facto de recentemente o ACES de Cascais ter procedido à contratação de serviços médicos para o Centro de Saúde de Alcabideche, que poderiam ter sido repartidos entre o CCSJE e o<span id="_marker"> </span><span style="line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-bidi-font-family: Arial; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: EN-US;">de Alcabideche, garantindo assim o acesso a médicos de Medicina Geral e Familiar em todos os locais do concelho onde existem utentes sem médicos de família.</span></span></p>
<p><span style="line-height: 115%; font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: Arial; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: EN-US;"><span style="font-size: small;">Para ver as perguntas aceder <a href="http://beparlamento.esquerda.net/media/PUtentesSJoaoEstoril.pdf"><span style="color: #0000ff;"><strong>aqui</strong></span></a><span style="color: #0000ff;"><strong>.</strong></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>João Semedo contesta acesso a cuidados de saúde dificultado na Extensão de Carcavelos do Centro de Saúde</title>
		<link>http://blococascais.com/joao-semedo-contesta-acesso-a-cuidados-de-saude-dificultado-na-extensao-de-carcavelos-do-centro-de-saude</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 11:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade Concelho Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A Extensão de Carcavelos do Centro de Saúde da Parede sempre contou com quatro médicos para assistir a população utente desta Extensão. No entanto, actualmente, apenas trabalham aqui 3 médicos. Estando um desses médicos de baixa, na prática a Extensão de Carcavelos só dispões de dois médicos (às vezes só um, quando o outro está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Extensão de Carcavelos do Centro de Saúde da Parede sempre contou com quatro médicos para assistir a população utente desta Extensão. No entanto, actualmente, apenas trabalham aqui 3 médicos. Estando um desses médicos de baixa, na prática a Extensão de Carcavelos só dispões de dois médicos (às vezes só um, quando o outro está de férias), para atender uma população que tem vindo a aumentar significativamente nos últimos anos.</p>
<p>O desinvestimento no quadro de pessoal da Extensão de Carcavelos levou também a que, há cerca de 3 meses, o horário de funcionamento, que sempre foi das 8h às 20h, tivesse sido reduzido em 3 horas diárias, encontrando-se agora essa Extensão aberta apenas das 9h às 18h. Por outro lado, em Janeiro de 2010, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda havia questionado o Ministério da Saúde sobre a impossibilidade de marcação de consultas através do sistema ALERT na Extensão de Carcavelos. Não foi recebida, até à presente data, qualquer resposta por parte do Ministério da Saúde, no entanto, o problema persiste.</p>
<p>Neste sentido, o Bloco de Esquerda questiona o Governo, através do Ministério da Saúde, sobre se confirma o Ministério que o número de médicos da Extensão de Carcavelos do Centro de Saúde da Parede, foi reduzido de quatro para três, encontrando-se um destes médicos de baixa? Qual o rácio de utentes por médico na Extensão de Carcavelos? Por que motivo foi recentemente reduzido o horário de funcionamento da Extensão de Carcavelos? Que medidas irá tomar o Ministério da Saúde para garantir o acesso dos utentes da Extensão de Carcavelos aos cuidados de saúde de que necessitam, nomeadamente consultas médicas? O que irá fazer o Ministério da Saúde para garantir a operacionalidade da marcação de consultas através do sistema ALERT nesta Extensão? Veja <a href="http://beparlamento.esquerda.net/media/PExtensaoCarcavelosCS.pdf">aqui a pergunta</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Porquê o protesto</title>
		<link>http://blococascais.com/porque-o-protesto</link>
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		<pubDate>Sat, 29 May 2010 12:08:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Condições trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Laborais]]></category>
		<category><![CDATA[Interesse Público]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[despedimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Manifestação]]></category>
		<category><![CDATA[PEC]]></category>

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		<description><![CDATA[O que leva largos milhares de pessoas de todas as idades a gastar uma tarde de sábado a desfilar em protesto na Avenida da Liberdade, em Lisboa?
Uma vez mais, será o sentimento de indignação contra a injustiça a guiar os passos destes portugueses.
Mais do que qualquer outra injustiça, será de referir essa gritante falta de equidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que leva largos milhares de pessoas de todas as idades a gastar uma tarde de sábado a desfilar em protesto na Avenida da Liberdade, em Lisboa?</p>
<p>Uma vez mais, será o sentimento de indignação contra a injustiça a guiar os passos destes portugueses.</p>
<p>Mais do que qualquer outra injustiça, será de referir essa gritante falta de equidade na repartição dos sacrifícios que neste momento estão a ser pedidos  aos portugueses.</p>
<p>É que quem se vê obrigado a retirar do seu prato para pagar impostos, precisa de olhar à sua volta e confirmar que outros estão a fazer o mesmo.</p>
<p>Quem se priva de tomar o café fora de casa e anda com o casaco poído comprado há cinco anos - por não ter dinheiro para outro - precisa de olhar à volta e ver que todos estão a conter-se num esforço conjunto para vencer as dificuldades económicas e orçamentais, agora escolhidas como objectivos prioritários da governação.</p>
<p>Em Março passado (19/03/2010) “O Público”, revelava um estudo em que era demonstrado que<span style="text-decoration: underline;"> mais de um quarto dos portugueses não ia ao dentista por falta de dinheiro, enquanto um quinto não comprava óculos pelo mesmo motivo.</span></p>
<p> Mais : Há dois meses atrás<span style="text-decoration: underline;"> um terço dos doentes crónicos  não comprava medicamentos por falta de dinheiro</span>!</p>
<p>Depois abre-se um jornal e vê-se que o ministro contratou 14 secretárias e então percebe-se que algo vai ter que mudar em Portugal, urgentemente.</p>
<p>Os exemplos de contenção têm que vir de cima.</p>
<p>Os lideres, se querem ser seguidos,  devem ir à frente e ser os primeiros a dar os bons exemplos.</p>
<p>De crise em crise, de austeridade em austeridade, de privação em privação, desde há largos anos os portugueses olham à sua volta e o que vêm os seus líderes fazer?</p>
<p>Vêem-nos contratar motoristas, secretárias e acessores em quantidades que ninguém entende. Vêem-nos atribuir-se prémios de gestão, quando as suas empresas são deficitárias. Vêem-nos adquirir frotas de carros de luxo para os gestores de empresas em dificuldades, ou para o seu uso pessoal, enquanto nos repetem  que &#8220;não há dinheiro&#8221;.</p>
<p>Vêem-nos auferir vencimentos, mordomias e pensões que constituem verdadeiras obscenidades, se comparadas, com os rendimentos médios dos portugueses. É isto, (mas não só), que indigna as pessoas!</p>
<p>Vejam-se alguns dados publicados em jornais:</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<td colspan="4" width="795">
<p><strong>VENCIMENTOS DE GESTORES – Uma minúscula amostra -</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p><br class="spacer_" /></p>
</td>
<td>
<p><br class="spacer_" /></p>
</td>
<td>
<p><br class="spacer_" /></p>
</td>
<td>
<p><br class="spacer_" /></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>420.000,00 €</p>
</td>
<td>
<p>TAP</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Fernando Pinto</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>371.000,00 €</p>
</td>
<td>
<p>CGD</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Faria de Oliveira</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>365.000,00 €</p>
</td>
<td>
<p>PT</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Henrique Granadeiro</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>250.040,00 €</p>
</td>
<td>
<p>RTP</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Guilherme Costa</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>249.448,00 €</p>
</td>
<td>
<p>Banco Portugal</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Vítor Constâncio</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>247.938,00 €</p>
</td>
<td>
<p>ISP</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Fernando Nogueira</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>245.552,00 €</p>
</td>
<td>
<p>CMVM</p>
</td>
<td>
<p>Presidente</p>
</td>
<td>
<p>Carlos Tavares</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>233.857,00 €</p>
</td>
<td>
<p>ERSE</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Vítor Santos</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>224.000,00 €</p>
</td>
<td>
<p>ANA COM</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Amado da Silva</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>200.200,00 €</p>
</td>
<td>
<p>CTT</p>
</td>
<td>
<p>Presidente</p>
</td>
<td>
<p>Mata da Costa</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>134.197,00 €</p>
</td>
<td>
<p>Parpublica</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>José Plácido Reis</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>133.000,00 €</p>
</td>
<td>
<p>ANA</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Guilhermino Rodrigues</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>126.686,00 €</p>
</td>
<td>
<p>ADP</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Pedro Serra</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>96.507,00 €</p>
</td>
<td>
<p>Metro Porto</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>António Oliveira Fonseca</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>89.299,00 €</p>
</td>
<td>
<p>LUSA</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Afonso Camões</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>69.110,00 €</p>
</td>
<td>
<p>CP</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Cardoso dos Reis</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>66.536,00 €</p>
</td>
<td>
<p>REFER</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Luís Pardal: Refer</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>66.536,00 €</p>
</td>
<td>
<p>Metro Lisboa</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Joaquim Reis</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>58.865,00 €</p>
</td>
<td>
<p>CARRIS</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>José Manuel Rodrigues</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>58.859,00 €</p>
</td>
<td>
<p>STCP</p>
</td>
<td>
<p>Administrador</p>
</td>
<td>
<p>Fernanda Meneses</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Ao contrário deste cenário de altíssimos níveis remuneratórios, os assalariados recebem precariedade e redução sucessiva de proteção social, congelamento de progressão em carreiras, privação de bens essenciais.</p>
<p>Os cortes nos vencimentos de quadros e líderes em Portugal são suaves e quase simbólicos, se comparados com os efectuados noutros países dessa Europa, que se diz ter como referência.</p>
<p>Retirar 5% ao vencimento de um gestor da banca, deixa-lhe um excelente e desafogado orçamento mensal com o qual não terá de privar-se a sí e à sua família de nada, enquanto que, se se retirar a um empregado comercial ou a um operário 1,5 ou 2% do seu salário, o seu orçamento familiar deixará a descoberto necessidades essenciais na área da habitação, da saúde, dos transportes, das comunicações, da educação dos seus filhos  ou mesmo da alimentação.</p>
<p>Os cidadãos contribuintes perguntam-se : Afinal quem são os responsáveis pelos erros orçamentais e pelo endividamento excessivo de algumas empresas públicas, privadas e do próprio estado português?</p>
<p>Resposta: Os decisores políticos, os governantes e ex-governantes, os gestores do que é público e também do que é privado.</p>
<p>Ora essa casta de decisores, governantes e líderes que tomaram as medidas erradas cujos resultados estão à vista, são hoje os primeiros a recomendar que se depeçam as pessoas, que se roube o 13º mês aos trabalhadores, que se precarize, que se poupe na protecção social, na educação, nas pensões e na saúde.</p>
<p>Injustamente,  são decisores e os gestores aqueles que menos sofrem os efeitos da situação económica que eles próprios criaram.</p>
<p>Remetem para os trabalhadores por conta de outrém quase toda a pesada factura dos erros, de governação e de gestão, de que os trabalhadores não são minimamente responsáveis.</p>
<p>Esse é o tipo de injustiça que não se tolera.</p>
<p>Carlos Augusto Silva</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Notícias da A.F. de Alcabideche</title>
		<link>http://blococascais.com/noticias-da-a-f-de-alcabideche-2</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 22:13:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade Concelho Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Transportes]]></category>

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		<description><![CDATA[A Assembleia de Freguesia de Alcabideche reunida ontem, dia 22 de Abril aprovou a constituição de uma delegação para dialogar com a Direcção do Centro de Saúde e proceder ao apuramento da situação da falta de médicos de família tendo em vista a formulação de propostas de intervenção em relação ao problema.
Além desta incumbência, esta comissão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Assembleia de Freguesia de Alcabideche reunida ontem, dia 22 de Abril aprovou a constituição de uma delegação para dialogar com a Direcção do Centro de Saúde e proceder ao apuramento da situação da falta de médicos de família tendo em vista a formulação de propostas de intervenção em relação ao problema.</p>
<p>Além desta incumbência, esta comissão terá outra missão: Dialogar com a administração da transportadora Scotturb tendo em vista a necessidade – cada vez mais sentida pelos utentes &#8211; de melhorar a qualidade do serviço que presta.</p>
<p>Esta deliberação da Assembleia vem ao encontro de duas das principais preocupações do Bloco de Esquerda, inscritas no seu programa eleitoral concelhio e para a Freguesia de Alcabideche, que desde o início do presente mandato vêm sendo referidas pelo seu eleito, naquela Assembleia. Espera-se que estas diligências da Assembleia venham a traduzir-se – a prazo &#8211; em benefícios no serviço prestado aos utentes do Centro de Saúde e da Scotturb.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<div id="attachment_2266" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/04/FO9A1441.jpg"><img class="size-medium wp-image-2266" title="FO9A1~44" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/04/FO9A1441-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Vista do Largo 5 de Outubro, em Alcabideche</p></div>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A decisão da Assembleia coincide com o entendimento do BE, de que a Assembleia de Freguesia, como órgão deliberativo e representativo da freguesia, não pode remeter-se a um papel formal de debate e aprovação rotineira de documentos, nem ficar a olhar passivamente para os problemas com que a freguesia se debate.</p>
<p>A A.F. pode e deve intervir no na procura de soluções para os problemas da freguesia, questionando as entidades locais, apurando os factos, interpelando agentes políticos, económicos e sociais, ( como a Scotturb e a Direcção do Centro de Saúde), influenciando, fazendo sugestões e propostas, pressionando e assumindo um papel político activo em prol do bem estar das populações.</p>
<p>Além do referido, o plenário aprovou documentos como as Contas de Gerência e o Relatório Trimestral de Actividades da Junta.</p>
<p>De registar igualmente a aprovação por unanimidade de moções de saudação e apoio ao 25 de Abril – Dia da Liberdade &#8211;  e ao 1º de Maio &#8211; Dia do Trabalhador.</p>
<p>C.S.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Cascais está de má Saúde</title>
		<link>http://blococascais.com/cascais-esta-de-ma-saude</link>
		<comments>http://blococascais.com/cascais-esta-de-ma-saude#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 10:25:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade Concelho Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Interesse Público]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ACES Cascais]]></category>

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		<description><![CDATA[O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda interpelou ontem, dia 13 de Abril, o Ministério da Saúde sobre o fim do transporte pago pelos Centros de Saúde de Cascais aos doentes que sofrem de Insuficiência Renal Crónica Terminal, e que necessitam de se deslocar para poder fazer hemodiálise.
O Bloco de Esquerda de Cascais associa-se naturalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda interpelou ontem, dia 13 de Abril, o Ministério da Saúde sobre o fim do transporte pago pelos Centros de Saúde de Cascais aos doentes que sofrem de Insuficiência Renal Crónica Terminal, e que necessitam de se deslocar para poder fazer hemodiálise.</p>
<p>O Bloco de Esquerda de Cascais associa-se naturalmente à preocupação do deputado João Semedo, autor da <a href="../suspensao-do-transporte-de-doentes-para-fazerem-hemodialise-em-cascais" target="_blank">pergunta</a>, não compreendendo a intenção que levou a recentemente empossada Direcção do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) de Cascais, a decidir acabar com um serviço básico de apoio a estes doentes, sendo que tal medida ainda não se viu aplicada a outros Centros de Saúde do país.</p>
<p>Sabemos que em matéria de Saúde, Cascais tem-se revelado um verdadeiro laboratório para este Governo e para o Ministério da Saúde. Prova disso, foi a opção, errada de uma parceria público-privada na gestão do novo Hospital de Cascais, situação que tem também levantando inúmeras questões junto da população de Cascais, nomeadamente, o fim da Unidade de Tratamento de Imunodeficiência do anterior Hospital de Cascais (HDDI), tão querida dos habitantes do concelho.</p>
<p>Queremos reforçar o nosso profundo descontentamento perante uma situação que deixa estes doentes entregues a si mesmos. Obrigar estes doentes, muitas vezes com baixos rendimentos, a suportar o gasto relativo ao transporte diário é desumano. Acresce à sua condição de grande fragilidade, esta nova preocupação com a deslocação que têm de fazer para poderem receber o tratamento a que têm direito. </p>
<p>O Bloco de Esquerda de Cascais considera da mais elementar justiça que o Executivo da Câmara de Cascais intervenha no sentido de disponibilizar transporte gratuito para estes doentes poderem deslocar-se às diversas entidades que prestam este serviço.</p>
<p>2010-04-14</p>
<p>Bloco Esquerda Cascais</p>
<p><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/04/08022010998.jpg"><img class="alignleft size-large wp-image-2218" title="08022010998" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/04/08022010998-1024x768.jpg" alt="" width="368" height="277" /></a></p>
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		<title>Suspensão do transporte de doentes para fazerem hemodiálise em Cascais</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 20:33:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade Concelho Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Interesse Público]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Doentes]]></category>
		<category><![CDATA[hemodiálise]]></category>

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		<description><![CDATA[Hemodiálise: suspensão do transporte de doentes em Cascais: pergunta do BE ao Ministério da Saúde (clique para abrir a cópia do documento apresentado na AR)
Assunto: Suspensão do transporte de doentes para fazerem hemodiálise em Cascais 
Destinatário: Ministério da Saúde
Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República
Diversos cidadãos da área de Cascais, que por terem Insuficiência Renal Crónica [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/04/Hemodialise-suspensao-do-transporte-de-doentes-em-Cascaispergunta.pdf"><strong>Hemodiálise: suspensão do transporte de doentes em Cascais: pergunta do BE ao Ministério da Saúde</strong></a> (clique para abrir a cópia do documento apresentado na AR)</p>
<p><strong>Assunto: Suspensão do transporte de doentes para fazerem hemodiálise em Cascais </strong></p>
<p><strong>Destinatário: Ministério da Saúde</strong></p>
<p><em>Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República</em></p>
<p style="text-align: justify;">Diversos cidadãos da área de Cascais, que por terem Insuficiência Renal Crónica Terminal, necessitam de fazer hemodiálise, deixaram, desde 1 de Abril de 2010, de usufruir do transporte de táxi para as clínicas de hemodiálise, o qual era pago pela Segurança Social desde há catorze anos. As pessoas em causa foram informadas, telefonicamente, desta situação pelos respectivos Centros de Saúde, já em data posterior à entrada em vigor da nova medida.</p>
<p style="text-align: justify;">Para continuarem a usufruir do apoio para as deslocações que têm que efectuar, quase diariamente, os doentes têm que, a partir de agora, pagar o táxi eles próprios e, posteriormente, solicitar o reembolso à Segurança Social. Para a maioria dos doentes, muitos com baixos rendimentos, esta despesa é incomportável. Em alternativa, foi sugerido que utilizassem o transporte especial de doentes, efectuado por bombeiros e entidades similares, no entanto não houve por parte dos centros de saúde a preocupação de confirmar se este transporte estaria disponível nos dias e horários das diálises, que, no primeiro turno, têm início às 7h30.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando as informações comunicadas telefonicamente, foram solicitadas por escrito, aos Centros de Saúde, tais pedidos foram negados.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta parece ter sido uma decisão exclusiva da recentemente empossada Direcção do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) de Cascais, já que Centros de Saúde de outras zonas continuam a proceder como até agora, pagando os transportes dos doentes que necessitam de fazer hemodiálise, às diversas entidades que prestam este serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio dirigir ao Governo, através do Ministério da Saúde, as seguintes perguntas:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Por que motivo foi suspenso o pagamento do serviço de táxi, responsável pelo transporte dos doentes para as clínicas de hemodiálise na área de influência do ACES de Cascais? </li>
<li>Por que razão os doentes abrangidos por esta decisão não foram informados por escrito e antecipadamente?</li>
<li>Que alternativas têm os utentes dos Centros de Saúde da área de Cascais, para usufruírem do pagamento do transporte para poderem fazer hemodiálise?</li>
<li>Pretende o Ministério da Saúde alargar esta medida a outras zonas do País? </li>
<li>Qual o número médio de sessões de hemodiálise realizadas por doente, nos meses de Março e Abril de 2010?</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Quais os encargos médios do Estado por doente transportado para fazer hemodiálise antes da suspensão do pagamento do serviço de táxi? E quais os encargos esperados com esta nova decisão (para o Estado e para os doentes)?</p>
<p>Palácio de São Bento, 13 de Abril de 2010.</p>
<p style="text-align: right;">O Deputado</p>
<p style="text-align: right;">João Semedo</p>
<p style="text-align: justify;"><span><span><span id="_marker"> </span></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>HOSPITAL DE CASCAIS &#8211; Perguntas do BE no Parlamento</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 22:46:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade Concelho Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Condições trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Interesse Público]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia as perguntas que os Deputados do Bloco de Esquerda dirigiram hoje na Assembleia da República ao Ministério da Saúde (para abrir clicar sobre os nomes dos ficheiros)
HPP &#8211; Cascais_incidente na sala de espera das consultas_pergunta
HPP &#8211; Cascais_situacao de tecnicos e medicas_pergunta
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leia as perguntas que os Deputados do Bloco de Esquerda dirigiram hoje na Assembleia da República ao Ministério da Saúde (para abrir clicar sobre os nomes dos ficheiros)</p>
<h3><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/03/HPP-Cascais_incidente-na-sala-de-espera-das-consultas_pergunta.doc"><span style="background-color: #ffff99;">HPP &#8211; Cascais_incidente na sala de espera das consultas_pergunta</span></a></h3>
<h3><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/03/HPP-Cascais_situacao-de-tecnicos-e-medicas_pergunta.doc"><span style="background-color: #ffff99;">HPP &#8211; Cascais_situacao de tecnicos e medicas_pergunta</span></a></h3>
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		<title>HOSPITAL DE CASCAIS: Técnicos de Análises Clínicas e de Saúde Pública</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 20:58:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direitos Laborais]]></category>
		<category><![CDATA[Interesse Público]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Hospitalar]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[HPP]]></category>

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		<description><![CDATA[O deputado do Bloco João Semedo dirigiu uma pergunta ao Ministério da Saúde sobre a  situação dos trabalhadores do Serviço de Patologia do Hospital de Cascais.
Os Técnicos de Análises Clínicas e de Saúde Pública do quadro do Centro Hospitalar de Cascais (SNS) receberam a informação de que não irão ser integrados pelo grupo HPP no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O deputado do Bloco João Semedo dirigiu uma pergunta ao Ministério da Saúde sobre a  <strong>situação dos trabalhadores do Serviço de Patologia do Hospital de Cascais.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os <strong>Técnicos de Análises Clínicas e de Saúde Pública</strong> do <strong>quadro do Centro Hospitalar de Cascais (SNS) </strong>receberam a informação de que não irão ser integrados pelo grupo HPP no novo Hospital.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;São trabalhadores do quadro da função pública e  foram “aconselhados” a fazerem contrato com a General-Lab, mas em condições bastante desfavoráveis para os trabalhadores (por exemplo, redução do vencimento e/ou aumento do horário de trabalho semanal). Caso não o fizessem passariam à situação de mobilidade, com a correspondente perdas de direitos. De salientar que a todos os outros funcionários, em regime de contrato em funções públicas nesta instituição, foi proposta a cedência por interesse público.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #3366ff;">O BE apresentou hoje no Parlamento as seguintes perguntas ao Ministério da Saúde, entregues ao Sr. Presidente da Assembleia da República<span style="color: #3366ff;"> </span></span><span style="color: #3366ff;">(clicar para abrir):</span></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span style="background-color: #99ccff;"><span style="color: #000000;"><span style="font-size: medium;"><strong><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/02/HPP-Cascais_situacao-de-tecnicos-e-medicas_pergunta.doc">HPP Cascais situação de técnicos &#8211; pergunta</a></strong></span></span></span></em></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><img src="file:///C:/DOCUME%7E1/PROPRI%7E1/DEFINI%7E1/Temp/moz-screenshot-10.png" alt="" /><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/02/Hospital-Cascais-novo2.bmp"><img class="size-full wp-image-2102 alignnone" title="Hospital Cascais novo2" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/02/Hospital-Cascais-novo2.bmp" alt="" width="323" height="181" /></a></p>
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		<title>COMUNICADO DE IMPRENSA &#8211; NOVO HOSPITAL VELHA POLÍTICA</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 20:49:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade Concelho Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Interesse Público]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Hospitalar]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[HPP Cascais]]></category>

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		<description><![CDATA[Tem vindo a ser noticiado com pompa e circunstância na imprensa a inauguração de hoje do novo Hospital de Cascais.
O Bloco de Esquerda em Cascais reconhece a importância desta inauguração, face à total degradação a que chegou o ainda em funcionamento antigo Hospital de Cascais. Reconhece também a urgência de responder de forma efectiva às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tem vindo a ser noticiado com pompa e circunstância na imprensa a inauguração de hoje do novo Hospital de Cascais.</p>
<p style="text-align: justify;">O Bloco de Esquerda em Cascais reconhece a importância desta inauguração, face à total degradação a que chegou o ainda em funcionamento antigo Hospital de Cascais. Reconhece também a urgência de responder de forma efectiva às necessidades sentidas pelos utentes do Concelho de Cascais.</p>
<p style="text-align: justify;">De facto, assistimos a uma manifesta falta de prestação de cuidados de saúde adequados e capazes de chegar a toda à população do município, que foi atingindo ao longo dos anos um estado intolerável. Esta situação obrigou à deslocação dos utentes até hospitais em Lisboa, particularmente, o Hospital dos Lusíadas, não sendo muitas vezes garantidas as melhores condições de tratamento (ex: inexistência de senhas para atendimento ou pessoas idosas em filas de espera em pé). Assim, não ignoramos a importância, sob o ponto de vista dos cuidados de saúde dos utentes, que tem a abertura de um novo hospital.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas não deixamos, no entanto, de denunciar o modelo de gestão escolhido para o novo hospital: o novo Hospital de Cascais é mais uma Parceria Público Privado, na qual o Estado entrega a gestão e a exploração de um hospital a um grupo privado, a HPP &#8211; Hospitais Privados de Portugal, desresponsabilizando-se da sua função social. Alertamos por isso para o inevitável aumento dos custos com a saúde nos bolsos de todos os utentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/02/Hospital-Cascais-novo.bmp"><img class="alignright size-full wp-image-2106" title="Hospital Cascais novo" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/02/Hospital-Cascais-novo.bmp" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, alertamos também para a necessidade de o novo Hospital de Cascais ter de aplicar a carta de direitos de acesso aos utentes do SNS, proposta pelo Bloco de Esquerda e aprovada pelo parlamento, que continua a não ser aplicada em várias instituições de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">O Bloco de Esquerda continuará a bater-se por um serviço de saúde de qualidade, que chegue a toda a população, e no qual seja efectivamente aplicada a carta de direitos dos utentes, fundamental para um serviço de saúde público de qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">2010-02-23</p>
<p>Bloco Esquerda Cascais</p>
<p>Tel. e Fax 211533127</p>
<p>Blogue: <a href="../" target="_blank">http://blococascais.com</a></p>
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		<title>Comunicado de Imprensa</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jan 2010 21:49:35 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão Hospitalar]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital]]></category>

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		<description><![CDATA[O BE denuncia novas investidas de economistas “liberais” para acabar com os serviços públicos de Saúde e Educação: apesar de há poucos dias ter saído a notícia de que as EPE (Entidades Públicas Empresariais, criadas para a gestão hospitalar pelo Ministério da Saúde) conseguiram o “brilhante” número de 218 milhões de euros em prejuízos em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O BE denuncia novas investidas de economistas “liberais” para acabar com os serviços públicos de Saúde e Educação: apesar de há poucos dias ter saído a notícia de que as EPE (Entidades Públicas Empresariais, criadas para a gestão hospitalar pelo Ministério da Saúde) conseguiram o “brilhante” número<strong> de 218 milhões de euros</strong> <strong>em prejuízos</strong> em apenas 9 meses, alguns economistas vieram descaradamente defender a privatização de escolas e hospitais para reduzir o défice público!</p>
<div id="attachment_1995" class="wp-caption alignnone" style="width: 535px"><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/01/HPP-Lusiadas-2.jpg"><img class="size-full wp-image-1995 " title="HPP Lusiadas 2" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/01/HPP-Lusiadas-2.jpg" alt="" width="525" height="362" /></a><p class="wp-caption-text">À espera, nos Lusíadas...</p></div>
<p style="text-align: justify;">A Ministra da Saúde, na sua tomada de posse há quase um ano atrás, declarara a suspensão da gestão de privados em hospitais públicos, mantendo-a apenas nos casos em que o concurso estava lançado, em Cascais, Loures, Braga e Vila Franca; política esta recentemente reafirmada pelo secretário de Estado da Saúde, ÓscarGaspar que, no entanto e <strong>contraditoriamente, se congratulou agora com a parceria público-privada</strong> com o grupo Espírito Santo Saúde (ESS) para construção e gestão clínica do novo hospital de Loures! Também para o Hospital de Cascais, a abrir brevemente, permanece a figura de gestão público-privada, neste caso com a HPP-Saúde do grupo CGD: aguardemos que o Ministério da Saúde previna logo de início qualquer falha na qualidade do serviço público ou nas contas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na verdade a insistência na privatização de sectores fundamentais, que a Constituição Portuguesa define como devendo ser tendencialmente gratuitos, têm introduzido na economia portuguesa progressivas alterações que violam sistemática e metodicamente esses princípios.</p>
<p style="text-align: justify;">O Bloco de Esquerda defende que o Serviço Nacional de Saúde e a Escola Pública têm de ser reforçados e defendidos como suportes do bem-estar da população. <strong>A ideia de que a privatização poderia melhorar a qualidade de prestação de cuidados de saúde ou de educação é uma falácia que só interessa a grupos de interesses, bem instalados no poder económico e político português.</strong> Os números oficiais dos prejuízos dos EPE comprovam-no, se não bastasse a constatação pelos utentes de que nas urgências do antigo edifício do Hospital de Cascais (há um ano já sob a gestão da HPP) se deixam os utentes muitas horas em espera, por vezes mesmo sozinhos em salas de tratamento após a triagem sem qualquer vigilância médica ou de cuidados de enfermagem! Ou quando são enviados para o HHP Lusíadas onde os aguarda um atendimento desorganizado no serviço de Imagiologia&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O BE apela a que os utentes do Hospital denunciem todas as situações menos claras ou lesivas, de modo a que consigamos exigir melhor Qualidade no novo Hospital de Cascais.</p>
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