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	<title>Bloco de Esquerda - Cascais</title>
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	<description>Portal do Bloco de Esquerda Cascais</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jul 2010 14:01:09 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Aprovada Moção do Bloco na Assembleia Municipal de 26 de Julho</title>
		<link>http://blococascais.com/aprovada-mocao-do-bloco-na-assembleia-municipal-de-26-de-julho</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 14:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade Concelho Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Votação:
22 a favor – BE, CDU, PSD (no geral);
14 Abstenções –1 PSD (Presid. da JF de Alcabideche), 3 CDS, 10 PS ;
2 Contra -  CDS ( 1 foi o Presid da JF de Cascais).

MOÇÃO 
Pelo adiamento da reorganização da rede escolar do concelho para o ano lectivo de 2011/2012  
Considerando que :
O Município de Cascais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Votação:</p>
<p>22 a favor – BE, CDU, PSD (no geral);</p>
<p>14 Abstenções –1 PSD (Presid. da JF de Alcabideche), 3 CDS, 10 PS ;</p>
<p>2 Contra -  CDS ( 1 foi o Presid da JF de Cascais).</p>
<p><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/Escola.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-2420" title="Escola" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/Escola-300x252.gif" alt="" width="300" height="252" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>MOÇÃO </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pelo adiamento da reorganização da rede escolar do concelho </strong><strong>para o ano lectivo de 2011/2012</strong><strong>  </strong></p>
<p style="text-align: justify;">Considerando que :</p>
<p style="text-align: justify;">O Município de Cascais estruturou e desenvolveu a sua rede escolar concelhia de forma organizada e sustentada, de acordo com o planeamento e estudos sociológicos e demográficos, constantes do documento director concelhio em vigor, aprovado nesta Assembleia, que é a Carta Educativa do Concelho de Cascais, homologada pelo Ministério da Educação;</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>O texto preambular da Resolução do Conselho de Ministros n.º44/2010 de 14 de Junho, que estabelece orientações para a reorganização da rede escolar, afirma claramente que “Este processo de reorganização da rede escolar deve continuar a ser realizado em articulação e negociação com os municipios envolvidos (&#8230;)&#8221; o que obriga a que o Ministério da Educação consulte a Câmara Municipal de Cascais e tenha em consideração o seu privilegiado conhecimento das comunidades educativas, dos equipamentos e recursos escolares, para a tomada de decisões relativas à rede escolar, o que até à data não se verificou; </li>
<li> A proposta apresentada pela DRELVT para reformulação da rede escolar concelhia, ao vir adiantar a constituição de dois grandes agrupamentos escolares – compreendendo a união do pré-existente Agrupamento de Escolas João de Deus à Escola Secundária Ibn Mucana e do Agrupamento de Escolas da Galiza à Escola Secundária de S. João do Estoril &#8211; obedecendo a um desenho territorial que não tem em consideração os dois pontos anteriores, vem impôr o curtíssimo prazo de 1 de Agosto para a sua entrada em funcionamento, com claro prejuizo da organização escolar, das aulas e dos/as alunos/as;   </li>
<li>A opinião unânime dos directores e directoras de escolas e agrupamentos de escolas do concelho, assim como da generalidade dos agentes educativos que se pronunciaram acerca da impraticabilidade do prazo de 1 Agosto sem grave prejuizo da actividade lectiva e dos alunos/as e da necessidade de uma ponderação partilhada destas medidas envolvendo a Câmara Municipal e as comunidades educativas, antes da tomada de decisões;</li>
<li>As responsabilidades crescentes que a autarquia possui na área educativa e o conhecimento único que possui das necessidades educativas do território; </li>
<li>A necessidade de ser cultivada e protegida a estabilidade do ambiente escolar, após as profundas e sucessivas alterações introduzidas nos últimos anos e o clima de constante agitação que se tem vivido nas escolas, com os inerentes prejuízos pedagógicos.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;"><br class="spacer_" /></p>
<p style="text-align: justify;">A Assembleia Municipal de Cascais, reunida em sessão ordinária no dia 26 de Julho de 2010, tendo conhecimento desta recente reconfiguração da rede escolar concelhia e da constituição dos denominados mega agrupamentos de escolas e das preocupações que levantam às comunidades educativas, designadamente Associações de Encarregados/as de Educação, Directores/as de Escolas e Agrupamentos de Escolas do Concelho, professores/as e funcionários/as de escolas, que foram igualmente expressas, a nível nacional, pelo Conselho das Escolas e pela CONFAP, delibera:  </p>
<p style="text-align: justify;"><br class="spacer_" /></p>
<ol>
<li>Transmitir ao Sr Presidente da Câmara Municipal o seu apoio às diligências que tem vindo a desenvolver junto da DRELVT no sentido de se rever o timing de implementação e o desenho territorial dos agrupamentos alargados de escolas, nos termos em que estão a ser avançados pelo Ministério da Educação.</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Expressar a necessidade de que, ouvido o Conselho Municipal de Educação, sejam formuladas as actualizações julgadas necessárias na Carta Educativa do Concelho, cujos princípios e linhas de orientação deverão nortear a configuração da rede escolar concelhia, evitando-se a adopção apressada de medidas avulsas, que ignorem a realidade sociológica, geográfica, demográfica e pedagógica do concelho, na sua globalidade e especificidades.</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Manifestar-se em defesa de um desenho territorial para os agrupamentos escolares que obedeça a critérios de proximidade entre as escolas, que favoreça a sua coordenação e articulação pedagógica, que viabilize uma boa gestão de proximidade para o que é indispensável a proximidade física das direcções dos agrupamentos escolares em relação aos professores/as, funcionários/as, encarregados/as de educação e alunos/as de cada agrupamento, condições que, no caso do agrupamento proposto a partir da união da Escola Secundária Ibn Mucana com o Agrupamento de Escolas João de Deus, não se encontram reunidas.</div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Manifestar-se em defesa dos princípios de um ensino humanizado, ministrado em escolas e agrupamentos com uma dimensão à escala humana, propósito que seria inviabilizado com aglomerações de populações estudantis de milhares de alunos.   </div>
</li>
<li>
<div style="text-align: justify;">Solicitar a suspensão do processo de constituição e alargamento de mega agrupamentos de modo a permitir que haja o necessário diálogo com autarcas e comunidades educativas.</div>
</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Cascais, 26 de Julho de 2010</p>
<p style="text-align: justify;">Os/as eleitos/as pelo Bloco de Esquerda</p>
<p style="text-align: justify;">Berta Alves e Tiago Vicente</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Utentes do Centro de Saúde de São João do Estoril sem médico transferidos para o Centro de Saúde de Alcabideche</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jul 2010 10:33:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade Concelho Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[
O deputado João Semedo questionou hoje o Ministério da Saúde sobre a transferência do atendimento a utentes sem médico de família do Centro de Saúde de São João do Estoril (CSSJE), para o Centro de Saúde de Alcabideche.
De acordo com a directora executiva do ACES de Cascais a transferências para Alcabideche justifica-se porque &#8220;o maior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/centrosaudeSJoaoEstoril.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2409" title="centrosaudeSJoaoEstoril" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/centrosaudeSJoaoEstoril-300x222.jpg" alt="" width="300" height="222" /></a></p>
<p><span style="font-size: small;">O deputado João Semedo questionou hoje o Ministério da Saúde sobre a transferência do atendimento a utentes sem médico de família do Centro de Saúde de São João do Estoril (CSSJE), para o Centro de Saúde de Alcabideche.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">De acordo com a directora executiva do ACES de Cascais a transferências para Alcabideche justifica-se porque &#8220;o maior número de utentes sem médico pertence&#8221; a essa freguesia, apontando ainda outros dois motivos que justificam a decisão: melhor gestão de recursos e maior disponibilidade de gabinetes em Alcabideche.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Relativamente à questão da falta de espaço no CSSJE, há a referir que este estabelecimento de saúde foi projectado para 50.000 utentes, de acordo com informação fornecida pelo próprio Gabinete do Cidadão dessa unidade. Assim sendo, e dado que a população residente na freguesia de São João do Estoril não ultrapassa os 30.00 residentes, a capacidade de atendimento do CSSJE está bastante longe de estar de estar esgotada. Por outro lado, o último andar no CSSJE é ocupado pelos serviços administrativos de todo o ACES. Estes facilmente poderiam ser transferidos para outro local, ficando a área actualmente ocupada pelos mesmos no CSSJE disponível para atendimento aos utentes da freguesia de São João do Estoril, sem que estes se vissem obrigados a deslocar-se para fora da freguesia e para um local com piores acessibilidades em termos de transportes.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">Salienta-se ainda o facto de recentemente o ACES de Cascais ter procedido à contratação de serviços médicos para o Centro de Saúde de Alcabideche, que poderiam ter sido repartidos entre o CCSJE e o<span id="_marker"> </span><span style="line-height: 115%; font-family: &amp;quot;Cambria&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-bidi-font-family: Arial; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: EN-US;">de Alcabideche, garantindo assim o acesso a médicos de Medicina Geral e Familiar em todos os locais do concelho onde existem utentes sem médicos de família.</span></span></p>
<p><span style="line-height: 115%; font-family: &amp;amp;quot; mso-bidi-font-family: Arial; mso-ansi-language: PT; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-bidi-language: EN-US;"><span style="font-size: small;">Para ver as perguntas aceder <a href="http://beparlamento.esquerda.net/media/PUtentesSJoaoEstoril.pdf"><span style="color: #0000ff;"><strong>aqui</strong></span></a><span style="color: #0000ff;"><strong>.</strong></span></span></span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Foi bonita a Festa pá!</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 11:39:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bloco]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[Aconteceu a Festa da Diversidade Cultural em Cascais
  
  
 
No passado Sábado, dia 3 de Julho, o BE de Cascais organizou a Festa da Diversidade Cultural.
A ideia de abrir o antigo Bairro do Fim do Mundo, actual Bairro Novo do Pinhal, à comunidade local, mas sobretudo fazer do Bairro o ponto de encontro de várias comunidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/Comunidade-cigana1.jpg"></a>Aconteceu a Festa da Diversidade Cultural em Cascais</strong></p>
<p> <a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/Comidas-Cultursol2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2399" title="Comidas Cultursol" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/Comidas-Cultursol2-300x225.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a> <a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/Comunidade-Cabo-Verde1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2400" title="Comunidade Cabo Verde" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/Comunidade-Cabo-Verde1-300x225.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a></p>
<p><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/Comunidade-MOldavia3.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2401" title="Comunidade MOldavia" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/Comunidade-MOldavia3-300x225.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a>  <strong><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/Comunidade-cigana1.jpg"><img title="Comunidade cigana" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/Comunidade-cigana1-300x225.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a></strong></p>
<p><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/reggae-Miguel1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2403" title="reggae Miguel" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/reggae-Miguel1-300x225.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a> <a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/Rappers-locais1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2404" title="Rappers locais" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/07/Rappers-locais1-300x225.jpg" alt="" width="240" height="180" /></a></p>
<p>No passado Sábado, dia 3 de Julho, o BE de Cascais organizou a Festa da Diversidade Cultural.</p>
<p>A ideia de abrir o antigo Bairro do Fim do Mundo, actual Bairro Novo do Pinhal, à comunidade local, mas sobretudo fazer do Bairro o ponto de encontro de várias comunidades imigrantes, resultou num enorme sucesso.</p>
<p>Juntámos cerca de 300 pessoas numa verdadeira Festa em que a multiculturalidade foi regra. Da gastronomia cabo-verdiana com a tradicional cachupa, passando pela muamba angolana, até aos pratos típicos da Moldávia, foi possível a tod@s provar um pouco de tudo, por apenas 1 euro cada prato.</p>
<p>Para além das comidas, as comunidades imigrantes tiveram ainda oportunidade de dar a conhecer a quem esteve presente cantares e danças típicos das suas origens. Pelo palco da Festa da Diversidade Cultural passaram sons de Cabo-Verde, a guitarra cigana, o reggae, rappers locais, danças e músicas tradicionais da Moldávia, e kuduro.</p>
<p>O BE de Cascais pode ainda contar com a presença e intervenção da deputada Cecília Honório, assim como de Armandinho Sá, membro da Comissão de Moradores do Bairro.</p>
<p><strong>Foi em Festa que começámos esta iniciativa, e foi em grande Festa que a terminámos. Nada teria sido possível sem a participação das próprias comunidades e das associações de imigrantes, em especial a Cultursol, a Solidariedade Imigrante e o SOS Racismo, a quem o BE dirige um profundo agradecimento.</strong></p>
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		<item>
		<title>Festa da Diversidade Cultural</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 16:25:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/06/FESTA-DA-DIVERSIDADE-WEB.jpg"><img class="alignnone size-large wp-image-2376" title="FESTA DA DIVERSIDADE-WEB" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/06/FESTA-DA-DIVERSIDADE-WEB-723x1024.jpg" alt="" width="487" height="791" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>VEM AÍ A GRANDE CONFUSÃO NO ENSINO PÚBLICO!</title>
		<link>http://blococascais.com/vem-ai-a-grande-confusao-no-ensino-publico</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 21:48:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ensino Público]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de anos de aceleradas convulsões e transformações nas escolas públicas do nosso país, depois de toda a instabilidade, discordia e mau ambiente semeados nesta àrea crucial que é a educação, o governo central  surge &#8211; já com as actividades lectivas encerradas e sem nada dizer aos diversos agentes educativos &#8211; a tentar fazer passar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de anos de aceleradas convulsões e transformações nas escolas públicas do nosso país, depois de toda a instabilidade, discordia e mau ambiente semeados nesta àrea crucial que é a educação, o governo central  surge &#8211; já com as actividades lectivas encerradas e sem nada dizer aos diversos agentes educativos &#8211; a tentar fazer passar mais uma profunda alteração na organização da rede escolar.</p>
<p>No concelho de Cascais, o governo do PS pretende no imediato constituir dois mega agrupamentos de escolas:</p>
<p>Um com sede na Escola Secundária de S.joão do Estoril e abrangendo a EB 2,3 da Galiza, que irá absorver cerca de 2500 alunos. (!!)</p>
<p>Outro com sede na freguesia de Alcabideche, que incluirá a Escola Secundária Ibn Mucana, o actual Agrupamento de Escolas João de Deus, a que se irá juntar mais tarde a EB 2, 3 de Alcabideche, contituindo uma estrutura quase ingovernável que atingirá perto de 3000 alunos!</p>
<p>Qual o sentido e qual a lógica deste plano que merece a discordância dos directores das escolas, dos seus concelhos gerais, das associações de pais e até da Câmara Municipal de Cascais?</p>
<p>Esta reconfiguração surge depois de meia década de sucessivas reformas e profundas transformações no ensino público em Portugal – muitas delas inconsequentes e inúteis – numa fase em que as escolas muito carecem de estabilidade para desempenharem o seu trabalho.</p>
<p>Agora que as escolas e os agrupamentos – com directores eleitos há apenas um ano -procuram a adaptação possível ao ainda recente quadro legal herdado de ministra M.L. Rodrigues, eis que todas as direcções escolares são mandadas cessar funções, extinguindo-se uma parte e iniciando-se o complexo processo de reconstituição de outras direcções, já à frente de mega agrupamentos.   </p>
<p>Com que critério se desbarata, desta forma ligeira, a ordem recente de um ano, acabada de construir – a custo – nas escolas?</p>
<p>Com a imposição dos mega agrupamentos, regressa a confusão e a instabilidade às escolas, prejudicando os agentes educativos no desempenho da sua principal função: transmitir e acessibilizar conhecimentos aos alunos.</p>
<p>Estas medidas, que ignoram as opiniões de quem está em interacção directa com a realidade local e escolar, lançam as escolas num sobressalto, colocando-lhe graves  problemas organizacionais, pedagógicos, logísticos e de liderança, trazendo para a ordem do dia questões de poder tão desnecessárias quanto indesejáveis.</p>
<p>Pretende-se juntar debaixo da alçada de um só director meninos de 4 e 5 anos do ensino pré-escolar e os jovens de 17 e 18 anos do 12º ano.</p>
<p>No concelho de Cascais, como em vários pontos do país, já é sensível a consternação de vários sectores da comunidade educativa, entre pais, funcionários, educadores, alunos, directores e professores.</p>
<p>Porque não consultam as escolas, as associações de pais, os agentes educativos as Juntas de Freguesia e as comunidades do concelho, acerca de uma problemática que lhes diz, em primeiro lugar, respeito?</p>
<p>Como se ignora a Carta Educativa do Concelho de Cascais &#8211; documento aprovado em Assembleia Municipal, fundamentado em estudos, em dados consistentes e no conhecimento da realidade demográfica e sociológica concelhia – e se vêm impor com esta ligeireza medidas  que lançam as escolas de novo na instabilidade e no conflito ?</p>
<p>Senão vejamos :</p>
<p>- O gigantismo dos novos agrupamentos inviabiliza a gestão de proximidade e o contacto directo da direcção escolar com a realidade diversa das várias escolas e o conhecimento das pessoas, realidades e contextos particulares de cada escola.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>- As proporções dos mega Agrupamentos dificultam ou mesmo comprometem a criação de uma identidade e uma cultura próprias de agrupamento, essenciais à afirmação de um projecto pedagógico consistente, indispensável à obtenção de bons resultados escolares.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>- Não foram tidos na devida consideração e quantificados os custos pedagógicos que a entrada em mais um período de alterações profundas e instabilidade dentro das escolas vem provocar, depois da febre reformista dos anos de 2006, 2007, 2008 e 2009 que arrastou para a tensão e para a conflitualidade o mundo da educação.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>- Esta alteração na estrutura dos agrupamentos tal como existiam até agora,  vem abalar a sua recém construída coesão e vem comprometer o trabalho de criação de uma identidade própria, de um projecto e de uma cultura próprias, desenvolvidos passo a passo ao longo dos últimos 6 ou 7 anos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>- O argumento da articulação pedagógica entre ciclos, que alguns evocam, é inconsistente, já que a articulação pedagógica entre ciclos tanto pode realizar-se eficazmente entre escolas de um mesmo agrupamento como entre escolas não agrupadas. A prática das escolas documenta ambas as situações, pelo que a experiência tem demonstrado que não é forçoso agrupar para articular os ciclos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>- Os Conselhos Gerais das escolas e agrupamentos &#8211; que nem um quarto do seu mandato cumpriram ainda – e  os directores e respectivas direcções &#8211; que tomaram posse há cerca de um ano &#8211; terão agora que interromper o seu trabalho e cessar funções, tendo que constituir-se novas equipas directivas e ser formulados novos  projectos educativos. Todo este processo constitui um desperdício do trabalho recentemente realizado nas escolas/agrupamentos e um dispêndio desnecessário de esforços e de horas de trabalho.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p> - Se vamos agrupar escolas, será do mais elementar bom senso que comecemos por considerar:</p>
<p>(1)  <span style="text-decoration: underline;">o critério de proximidade geográfica</span>,</p>
<p>(2) as características sociológicas e culturais do meio envolvente;</p>
<p>(3) a afinidade das culturas escolares dos estabelecimentos abrangidos;</p>
<p>(4) a compatibilidade dos projectos pedagógicos assumidos pelas escolas em questão.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>- Neste processo, vários projectos, coordenações  e práticas pedagógicas que vêm patenteando, ano após ano, resultados de excelente nível nas provas de aferição a nível nacional, são  obrigados a reformular-se e a adaptar-se a  gigantismos e complexidades comprometedoras da qualidade de resultados  até aqui registados.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>- A identidade, a união, o projecto comum unificador a cultura própria de cada escola e de cada agrupamento – laboriosamente apurados e definidos ao longo dos últimos anos – são neste processo irresponsavelmente ignorados e atirados fora.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>- A constituição de agrupamentos – nos casos em que tenha lugar &#8211; deve ser um processo partilhado e acompanhado pelas comunidades em que se inserem e não um processo artificial realizado a partir de gabinetes e alheio aos interesses pedagógicos e comunitários.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>- Não é portanto admissível que não tenham sido escutados as direcções das escolas, os pais, os professores e os autarcas, nem tenha sido tido em consideração o meio social, a cultura e o projecto educativo de cada escola, nos planos de constituição de novos agrupamentos apresentados.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A oposição a esta medida está a provocar um crescente movimento de protesto em Cascais, existindo uma enorme expectativa de agentes educativos e de autarcas sobre a posição que o Presidente da Câmara irá tomar.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Numa matéria crucial para a educação no nosso concelho, será que o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Cascais terá a coragem política de tomar uma posição de firme recusa desta medida, à semelhança do que estão a fazer outras autarquias por todo o país como as de Oeiras, Amadora?</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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		<title>BE quer ouvir Vereadora da Educação sobre reordenamento escolar</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 13:54:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade Concelho Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco]]></category>
		<category><![CDATA[Interesse Público]]></category>

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		<description><![CDATA[  
Cascais, 23 jun (Lusa) – O Bloco de Esquerda (BE) de Cascais quer reunir-se com a vereadora da Educação da Câmara, Ana Clara Justino, para falar sobre o impacto do reordenamento da rede escolar no concelho, afirmou hoje a coordenadora Margarida Santos.
“Queremos falar com a vereadora para saber em que medida é que Cascais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>  <a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/06/logoME.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2372" title="logoME" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/06/logoME.jpg" alt="" width="139" height="85" /></a></p>
<p>Cascais, 23 jun (Lusa) – O Bloco de Esquerda (BE) de Cascais quer reunir-se com a vereadora da Educação da Câmara, Ana Clara Justino, para falar sobre o impacto do reordenamento da rede escolar no concelho, afirmou hoje a coordenadora Margarida Santos.</p>
<p>“Queremos falar com a vereadora para saber em que medida é que Cascais vai implementar as medidas de austeridade impostas pelo Ministério da Educação e se está previsto o encerramento de escolas ou não”, disse a responsável concelhia do BE à agência Lusa.</p>
<p>Os “bloquistas” de Cascais querem saber de que forma a medida vai ser respeitada, no que se refere à criação dos “mega-agrupamentos e extinção de escolas do concelho”.</p>
<p>“A criação de mega-agrupamentos implica a extinção de escolas, mas isto desrespeita as cartas educativas municipais, nomeadamente a de Cascais, que proíbe o fecho de escolas com menos de 21 alunos”, acrescentou Margarida Santos.</p>
<p>Assim, o BE pretende que a vereadora Ana Clara Justino, bem como todos os diretores dos agrupamentos de escolas de Cascais, prestem esclarecimentos em sede da Comissão de Educação, Cultura e Desporto.</p>
<p>O requerimento já foi entregue ao coordenador desta Comissão, aguardando-se agora o agendamento da reunião.</p>
<p>A ministra da Educação afirmou, no início do mês, que mais de 900 escolas básicas com menos de 21 alunos poderão encerrar, abrangendo um universo máximo de 15 mil crianças.</p>
<p>MYDM.</p>
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		<title>Assembleia Municipal de 14 de Junho</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jun 2010 09:36:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última Assembleia Municipal de Cascais, @s eleit@s do Bloco de Esquerda, apresentaram duas Moções que deixamos à vossa leitura em baixo.
Agradecemos comentários e outras sugestões que nos queiram fazer chegar.
 MOÇÃO SOBRE A POLÍTICA DE AUSTERIDADE DO GOVERNO (PEC)
Como é do conhecimento de todos, entre as várias medidas gravosas do PEC conta-se um corte global [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na última Assembleia Municipal de Cascais, @s <a href="mailto:eleit@s">eleit@s</a> do Bloco de Esquerda, apresentaram duas Moções que deixamos à vossa leitura em baixo.</p>
<p>Agradecemos comentários e outras sugestões que nos queiram fazer chegar.</p>
<p> <strong>MOÇÃO SOBRE A POLÍTICA DE AUSTERIDADE DO GOVERNO (PEC)</strong></p>
<p>Como é do conhecimento de todos, entre as várias medidas gravosas do PEC conta-se um corte global de 100 milhões de euros nas transferências do Estado para os municípios, o que só vem reforçar o centralismo e dificultar as políticas (sociais e outras) de proximidade.</p>
<p>O município de Cascais não vai ser excepção e é de todos nós conhecido a enorme pressão sobre as autarquias locais, até pela maior proximidade às populações, para intervirem positivamente em medidas utilizadas que aliviem as dramáticas situações decorrentes da crise. Mas o que é certo é que este corte vem aumentar ainda mais a crise dos municípios e reforçar o centralismo e a injustiça social.</p>
<p> Por estas razões propomos à Assembleia Municipal de Cascais, reunida a 14 de Junho de 2010 que:</p>
<ul>
<li>Manifeste a sua discordância com o Governo nos cortes do PEC em relação aos municípios.</li>
<li>Mostre a sua concordância e solidariedade com a posição assumida pela Associação Nacional dos Municípios Portugueses relativamente às implicações do PEC na área do poder local.</li>
</ul>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>MOÇÃO SOBRE O ATAQUE DO EXÉRCITO DE ISRAEL À FLOTILHA HUMANITÁRIA</strong></p>
<p>No dia 31 de Maio, as forças de guerra do Estado de Israel levaram a cabo uma acção de terror em águas internacionais com objectivo de impedir que a Frota de ajuda Humanitária que se destinava a levar alimentos e medicamentos à população da faixa de Gaza chegasse ao seu destino. Na realidade o que aconteceu foi uma acção de terror levada a cabo pelos Israelitas com desfecho de tragédia, impedindo de uma forma violenta que as embarcações alcançassem a população em desespero de Gaza. Essas embarcações de ajuda humanitária levavam centenas de pessoas a bordo, das mais variadas proveniências nacionais, políticas e profissionais. No ataque Israelita morreram várias pessoas deixando outras feridas. Como se este acto de Israel não fosse desde já de uma gravidade extrema, continuaram ainda assim com o seu terror, sequestrando os pacifistas, as suas embarcações e mercadorias.</p>
<p>Uma semana depois, as forças de guerra Israelitas repetiram esta acção contra outras embarcações de ajuda humanitária para a faixa de Gaza, sem que desta vez tenha tido um desfecho com mortes.</p>
<p>O Secretário-geral e o Conselho de Segurança das Nações Unidas e também a Comunidade Internacional na sua generalidade condenaram esta acção levada a cabo pelo Estado de Israel. Esta acção veio relembrar a opinião pública que o povo da Faixa de Gaza vive uma situação dramática e sofre com o bloqueio e cerco praticado pelas forças de guerra de Israel.</p>
<p>Por estes motivos, a Assembleia Municipal de Cascais, reunida em sessão ordinária no dia 14 de Junho de 2010, delibera: </p>
<ol>
<li>Manifestar a sua condenação pela acção de terror executado pelas forças de guerra do Estado de Israel;</li>
<li>Dar apoio à investigação por parte da ONU sobre o acontecimento;</li>
<li>Manifestar o apoio ao levantamento do bloqueio sobre a faixa de Gaza;</li>
<li>Reforçar a necessidade de uma solução política para a Palestina em que consagre a constituição de um estado palestino soberano e independente.</li>
</ol>
<p><strong>Votação de ambas as Moções:</strong></p>
<p>Votos contra do PSD, PS e CDS-PP</p>
<p>Votos a favor da CDU</p>
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		<title>A trapalhada volta ás escolas</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jun 2010 20:41:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Interesse Público]]></category>

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		<description><![CDATA[
APÓS POUCO MAIS DE UM ANO DESDE A IMPLEMENTAÇÃO DO ACTUAL MODELO DE GESTÃO, AS ESCOLAS DO ENSINO PÚBLICO VOLTAM A SER OBRIGADAS A REORGANIZAR-SE SEM SEREM CONSULTADAS.
O primeiro ministro e o governo PS  voltaram em força a uma das actividades  que melhor sabem desenvolver: atentar contra o ensino público.
Agora que as escolas e os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><br class="spacer_" /></p>
<p>APÓS POUCO MAIS DE UM ANO DESDE A IMPLEMENTAÇÃO DO ACTUAL MODELO DE GESTÃO, AS ESCOLAS DO ENSINO PÚBLICO VOLTAM A SER OBRIGADAS A REORGANIZAR-SE SEM SEREM CONSULTADAS.</p>
<p>O primeiro ministro e o governo PS  voltaram em força a uma das actividades  que melhor sabem desenvolver: atentar contra o ensino público.</p>
<p>Agora que as escolas e os docentes procuram a adaptação possível ao ainda recente quadro legal herdado do tempo da anterior ministra M.L. Rodrigues, Sócrates e a nova titular da pasta da educação aí estão de novo a introduzir significativas alterarações na orgânica das escolas.</p>
<p>Os directores e os membros das direcções de escolas e agrupamentos ainda nem aqueceram os seus lugares, no entanto grande parte terá que sair.</p>
<p>Há pouco mais de um ano atrás, as escolas do ensino básico foram obrigadas a substituir a experiência bem sucedida dos Conselhos Executivos-  com vinte anos de gestão colegial eleita de forma directa e democrática &#8211; pelo actual modelo de gestão, assente num órgão unipessoal eleito por um pequeno número de membros da comunidade escolar, integrantes do conselho geral dos agrupamentos de escolas.  </p>
<p>A adaptação ao novo modelo estava a fazer-se com a serenidade inerente à introdução de mudanças indesejadas por grande parte dos membros da comunidade escolar.</p>
<p>Com a imposição de novos mega agrupamentos regressa a confusão e a instabilidade às escolas, prejudicando a concentração dos agentes educativos na principal função da escola: transmitir e acessibilizar conhecimentos. Estas medidas, que ignoram as opiniões de pais e professores, lançam as escolas num sobressalto, recolocando-lhe  problemas organizacionais, pedagógicos, logísticos e de liderança.</p>
<p>Pretende juntar-se debaixo da alçada de um só director os meninos de 4 e 5 anos do ensino pré-escolar e os jovens de 17 e 18 anos do 12º ano.</p>
<p>No concelho de Cascais, como em vários pontos do país, já é sensível a apreensão e  contestação entre pais e professores.</p>
<p>Informações ainda não completamente confirmadas apontam para a formação de um novo agrupamento resultante da união da EB 2,3 da Galiza com a Escola Secundária de S.João. Já em Alcabideche a confusão é muito maior, visto estar sobre a mesa um plano para manter separadas a EB 2,3 de Alcabideche e a Secundária Ibn Mucana, sita a 300 metros da primeira, forçando esta última a ir agrupar com uma escola do Monte Estoril, a mais de sete kilómetros!</p>
<p>Porque não consultam as escolas, as associações de pais, os agentes educativos e as comunidades do conselho, acerca de uma problemática que em primeiro lugar lhes diz respeito?</p>
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		<title>2 Inquéritos sobre a Scotturb: Participa!</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 10:32:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade Concelho Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Interesse Público]]></category>

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		<description><![CDATA[
Divulgamos aqui 2 inquéritos construidos por um grupo de munícipes de Cascais preocupados com a situação actual da empresa Scotturb, nomeadamente com as condições das actuais carreiras ao serviço dos utentes.
Informamos que, por acção do Bloco de Esquerda, a Assembleia de Freguesia de Alcabideche formou uma comissão de representantes de todos os partidos para reunir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/06/logoScotturb.gif"><img class="alignnone size-full wp-image-2360" title="logoScotturb" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/06/logoScotturb.gif" alt="" width="300" height="58" /></a><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/06/2-Problemas-DE-ALGUMAS-CARREIRAS-scotturb.tif"></a></p>
<p>Divulgamos aqui 2 inquéritos construidos por um grupo de munícipes de Cascais preocupados com a situação actual da empresa Scotturb, nomeadamente com as condições das actuais carreiras ao serviço dos utentes.</p>
<p>Informamos que, por acção do Bloco de Esquerda, a Assembleia de Freguesia de Alcabideche formou uma comissão de representantes de todos os partidos para reunir com a administração da Scotturb, a fim de lhe expor várias insuficiências, anomalias e problemas detectados no serviço prestado por aquela transportadora.</p>
<p>É no sentido de melhor contribuir para o melhor desempenho desta comissão, que apelamos aqui à participação e divulgação destes inquéritos.</p>
<p>Inquérito 1  - Problema Gerais Scotturb</p>
<p><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/06/1-Problemas-gerais-SCOTTURB.tif"><img class="alignnone size-full wp-image-2354" title="1 Problemas gerais SCOTTURB" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/06/1-Problemas-gerais-SCOTTURB.tif" alt="" /></a></p>
<p>Inquérito 2 &#8211; Problemas Carreiras Scotturb</p>
<p><a href="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/06/2-Problemas-DE-ALGUMAS-CARREIRAS-scotturb.tif"><img title="2 Problemas DE ALGUMAS CARREIRAS scotturb" src="http://blococascais.com/wp-content/uploads/2010/06/2-Problemas-DE-ALGUMAS-CARREIRAS-scotturb.tif" alt="" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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		<title>João Semedo contesta acesso a cuidados de saúde dificultado na Extensão de Carcavelos do Centro de Saúde</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 11:29:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>blococascais</dc:creator>
				<category><![CDATA[Actualidade Concelho Cascais]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[A Extensão de Carcavelos do Centro de Saúde da Parede sempre contou com quatro médicos para assistir a população utente desta Extensão. No entanto, actualmente, apenas trabalham aqui 3 médicos. Estando um desses médicos de baixa, na prática a Extensão de Carcavelos só dispões de dois médicos (às vezes só um, quando o outro está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Extensão de Carcavelos do Centro de Saúde da Parede sempre contou com quatro médicos para assistir a população utente desta Extensão. No entanto, actualmente, apenas trabalham aqui 3 médicos. Estando um desses médicos de baixa, na prática a Extensão de Carcavelos só dispões de dois médicos (às vezes só um, quando o outro está de férias), para atender uma população que tem vindo a aumentar significativamente nos últimos anos.</p>
<p>O desinvestimento no quadro de pessoal da Extensão de Carcavelos levou também a que, há cerca de 3 meses, o horário de funcionamento, que sempre foi das 8h às 20h, tivesse sido reduzido em 3 horas diárias, encontrando-se agora essa Extensão aberta apenas das 9h às 18h. Por outro lado, em Janeiro de 2010, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda havia questionado o Ministério da Saúde sobre a impossibilidade de marcação de consultas através do sistema ALERT na Extensão de Carcavelos. Não foi recebida, até à presente data, qualquer resposta por parte do Ministério da Saúde, no entanto, o problema persiste.</p>
<p>Neste sentido, o Bloco de Esquerda questiona o Governo, através do Ministério da Saúde, sobre se confirma o Ministério que o número de médicos da Extensão de Carcavelos do Centro de Saúde da Parede, foi reduzido de quatro para três, encontrando-se um destes médicos de baixa? Qual o rácio de utentes por médico na Extensão de Carcavelos? Por que motivo foi recentemente reduzido o horário de funcionamento da Extensão de Carcavelos? Que medidas irá tomar o Ministério da Saúde para garantir o acesso dos utentes da Extensão de Carcavelos aos cuidados de saúde de que necessitam, nomeadamente consultas médicas? O que irá fazer o Ministério da Saúde para garantir a operacionalidade da marcação de consultas através do sistema ALERT nesta Extensão? Veja <a href="http://beparlamento.esquerda.net/media/PExtensaoCarcavelosCS.pdf">aqui a pergunta</a>.</p>
]]></content:encoded>
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