Cascais debateu mobilidade no Concelho – Como nos deslocamos em Cascais?
Mai 8, 2010 Actualidade Concelho Cascais, Condições trabalho, Interesse Público, Segurança rodoviária, Transportes
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O Bloco de Esquerda de Cascais organizou, no passado dia 5 de Maio, um debate sobre a mobilidade no concelho, contando com a presença do deputado Heitor de Sousa, especialista em transportes, do sindicalista convidado Luís Oliveira, dirigente do STRUP, e de Tiago Vicente eleito na AM de Cascais pelo BE. Na introdução do encontro, Tiago Vicente recordou que desde há muito que o Bloco vem apontando a falta de integração da política de transportes no planeamento urbano afecta a qualidade de vida das populações do concelho de Cascais. Na perspectiva do BE Cascais, reforçar a resposta dos transportes públicos no concelho de Cascais é fundamental, com melhores horários, mais conforto, tarifas sociais e maior articulação entre as operadoras de transporte. Por outro lado, o transporte ferroviário de Cascais necessita ser modernizado e as carreiras devem ser reforçadas e prestar um serviço público com melhor qualidade, pois existe uma grande deficiência nas ligações litoral-interior e interior-interior. Na sua intervenção, o deputado Heitor de Sousa focou a privatização dos serviços ferroviários, relatando as más experiências ocorridas noutros países, que são lesivas para o Estado e para os utentes. Luís Oliveira, dirigente sindical do STRUP, deu o seu testemunho de como os trabalhadores sofrem de repressão e perseguição por parte da administração da empresa (a gestão da Scotturb é a mesma gestão da Vimeca), sem protecção quando são assaltados e a empresa os obriga a repor do seu bolso todo o dinheiro roubado, sendo inclusive então deslocados das suas funções normais como uma espécie de castigo! |
Tags: autocarros, carreira, Cascais, passageiro, Scotturb, Sindicato, STRUB
Cascais e… Cascais!
Abr 17, 2010 Actualidade Concelho Cascais, Interesse Público
Quantos Cascais existem em Cascais?
Tags: Cascais
Suspensão do transporte de doentes para fazerem hemodiálise em Cascais
Abr 14, 2010 Actualidade Concelho Cascais, Interesse Público, Saúde
Hemodiálise: suspensão do transporte de doentes em Cascais: pergunta do BE ao Ministério da Saúde (clique para abrir a cópia do documento apresentado na AR)
Assunto: Suspensão do transporte de doentes para fazerem hemodiálise em Cascais
Destinatário: Ministério da Saúde
Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República
Diversos cidadãos da área de Cascais, que por terem Insuficiência Renal Crónica Terminal, necessitam de fazer hemodiálise, deixaram, desde 1 de Abril de 2010, de usufruir do transporte de táxi para as clínicas de hemodiálise, o qual era pago pela Segurança Social desde há catorze anos. As pessoas em causa foram informadas, telefonicamente, desta situação pelos respectivos Centros de Saúde, já em data posterior à entrada em vigor da nova medida.
Para continuarem a usufruir do apoio para as deslocações que têm que efectuar, quase diariamente, os doentes têm que, a partir de agora, pagar o táxi eles próprios e, posteriormente, solicitar o reembolso à Segurança Social. Para a maioria dos doentes, muitos com baixos rendimentos, esta despesa é incomportável. Em alternativa, foi sugerido que utilizassem o transporte especial de doentes, efectuado por bombeiros e entidades similares, no entanto não houve por parte dos centros de saúde a preocupação de confirmar se este transporte estaria disponível nos dias e horários das diálises, que, no primeiro turno, têm início às 7h30.
Quando as informações comunicadas telefonicamente, foram solicitadas por escrito, aos Centros de Saúde, tais pedidos foram negados.
Esta parece ter sido uma decisão exclusiva da recentemente empossada Direcção do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) de Cascais, já que Centros de Saúde de outras zonas continuam a proceder como até agora, pagando os transportes dos doentes que necessitam de fazer hemodiálise, às diversas entidades que prestam este serviço.
Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio dirigir ao Governo, através do Ministério da Saúde, as seguintes perguntas:
- Por que motivo foi suspenso o pagamento do serviço de táxi, responsável pelo transporte dos doentes para as clínicas de hemodiálise na área de influência do ACES de Cascais?
- Por que razão os doentes abrangidos por esta decisão não foram informados por escrito e antecipadamente?
- Que alternativas têm os utentes dos Centros de Saúde da área de Cascais, para usufruírem do pagamento do transporte para poderem fazer hemodiálise?
- Pretende o Ministério da Saúde alargar esta medida a outras zonas do País?
- Qual o número médio de sessões de hemodiálise realizadas por doente, nos meses de Março e Abril de 2010?
Quais os encargos médios do Estado por doente transportado para fazer hemodiálise antes da suspensão do pagamento do serviço de táxi? E quais os encargos esperados com esta nova decisão (para o Estado e para os doentes)?
Palácio de São Bento, 13 de Abril de 2010.
O Deputado
João Semedo
Tags: Cascais, Doentes, hemodiálise
Comunicado de Imprensa: afinal como fica a unidade de Oncologia no Hospital de Cascais?
Jan 4, 2010 Actualidade Concelho Cascais, Interesse Público, Saúde
O Bloco de Esquerda vê com apreensão o destino da unidade de cuidados Oncológicos do Hospital de Cascais, dado que as últimas notícias continuam pouco claras quanto aos procedimentos futuros sobre esta matéria.
Em 2008, aquando o lançamento da construção do novo Hospital de Cascais o presidente da CMC, António Capucho, mostrou-se indisposto com o facto da Unidade de cuidados Oncológicos não ter sido contemplada no contrato de gestão assinado com a HPP, facto para o qual a população de Cascais e os médicos da unidade de oncologia já haviam alertado e protestado com o apoio do BE.
Há cerca de um ano o presidente da Administração da HPP – Saúde afirmava ao Público que perante as graves ilegalidades enunciados pelo Tribunal de Contas, nomeadamente a ausência de uma unidade de oncologia no novo Hospital de Cascais, fizeram um protocolo à parte em que disponibilizaram instalações e recursos humanos para a terapêutica, sendo que os médicos serão os contratados pelo Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental.
O BE questiona o que irá acontecer à actual equipa de médicos que constituem a valência oncológica do Hospital de Cascais e, simultaneamente, interroga-se sobre o quadro de contratação destes médicos, uma vez que já existe um outro protocolo cuja renovação é anual. Estas formas de subcontratação, inimigas da tranquilidade requerida para obtenção do melhor desempenho, geram instabilidade nas equipas médicas. Também afectam o doente oncológico que, frágil física e emocionalmente, necessita encontrar junto do seu médico o apoio e confiança ao longo dos anos de tratamento e cuidado continuado.
BE Cascais, 2010-01-04
HOSPITAL DE CASCAIS ENVIA OS SEUS DOENTES PARA O HPP DOS LUSÍADAS, NO ALTO DOS MOINHOS
Dez 1, 2009 Actualidade Concelho Cascais, Política, Saúde
Há internados em Cascais com doenças graves nos corredores dos Lusíadas à espera de… um RX! O envio de doentes acamados e internados, ou mesmo da consulta externa, do Hospital de Cascais para o Hospital HPP dos Lusíadas, em Lisboa, a fim de realizarem exames complementares de saúde (TAC, Ecografias, RX e outros exames de imagiologia) é uma violência desnecessária e abusiva sobre as pessoas já fragilizadas pela doença! Leia o resto desta entrada »
O Bloco de Esquerda denunciou na Assembleia Municipal de Cascais de 27-11-2009, esta vertente na prestação de serviços de cuidados de saúde do actual Hospital de Cascais, sob a gestão do HPP (Grupo CGD) desde o início de 2009: apesar das anunciadas melhorias neste e nos serviços de urgência do futuro edifício do Hospital de Cascais, observamos este atentado ao direito à Saúde.
O serviço do HPP dos Lusíadas, hospital privado, parece ter-se vindo a degradar ao ponto de se criarem filas de cerca de 20 doentes, em pé, a aguardar a sua vez para a inscrição nos exames e de se observar escassez de funcionários administrativos neste serviço. Um simples sistema de senhas, que existirá num Hospital considerado “topo de gama”, é actualmente inexistente! Quanto aos acamados enviados pelo Hospital de Cascais, permanecem nos corredores do “luxuoso” HPP dos Lusíadas longas horas a aguardar a sua vez para os exames, seguidas de nova espera pelo transporte de regresso ao internamento em Cascais.
Cimeira Ibero-Americana: “A Scotturb não sabe de nada”
Dez 1, 2009 Actualidade Concelho Cascais, Transportes
A Cimeira Ibero-Americana trouxe o caos ao trânsito em Cascais e no Estoril. Centenas de carros parados nas estradas, pessoas impedidas de chegar ao seu trabalho a horas. Os autocarros também não passam. A empresa de transportes Scotturb não terá sido oficialmente avisada do evento, nem dos percursos cortados para estudo e aviso antecipado ao público. É estranho que não tenham, pelo menos lido jornais e tomado a iniciativa de perguntar à GNR ou à PSP. E assim se defendem os interesses dos munícipes de Cascais…”
Tags: Cascais, Scotturb, Transportes






